sábado, 8 de março de 2014

Sin City a Dame To Kill For; A sequela tanto esperada

Perguntem-me sobre o meu top5 de filmes e Sin City está lá. É com muita satisfação que vejo agora vir a caminho uma sequela.
Uma cidade de crime e corrupção com vilões de uma monstruosidade nata onde só heróis de uma moral duvidosa os podem deter. Um mundo de visual soturno saído da imaginação do lendário Frank Miller, com historias que nos deixam com fome pelo seu desenrolar. 


sexta-feira, 7 de março de 2014

Vampiros da mata da serreta; Assustem-se, riem, desfrutem.

A arte dá aos fãs, e são depois eles a dar vida àquilo que gostam, com imaginação, habilidade e paixão. 


As novas tecnologias não só abriram uma nova porta  para expressar a criatividade como facilitaram a sua divulgação. Exemplos disso são as web séries e dentro desse grupo temos Vampiros da Mata da Serreta, uma web série portuguesa.
Recentemente pude fazer algumas perguntas a um dos autores (Marco Coelho) e satisfazer algumas curiosidades:

 1)            Vampiros da Mata da Serreta, quem são os seus criadores?
Os Vampiros da Mata da Serreta foram criados por um casal de tolos que não sabiam no que se estavam a meter de seus nomes Marco Coelho e Soraia Bettencourt.

2)            Porquê Vampiros? Porque não uma web série policial ou um western por exemplo?
Temos um particular fascínio por criaturas místicas e uma série de vampiros pareceu um pouco mais divertido que um policial. Como um primeiro projeto pareceu-nos ser o mais adequado para nós.

3)            Parece que adotaram o vampiro tradicional invés do visual moderno que nos foi apresentado agora em Twilight e outros. Porquê? E como veem a evolução do vampiro para o que agora os adolescentes são expostos?

Somos adeptos dos vampiros tradicionais, e uma das principais razões da existência de “vampiros na mata da serreta”, foi o abrupto aparecimento de vampiros pouco tradicionais, se assim se pode dizer. A intensão inicial da serie era uma sátira aos novos vampiros, o que na realidade não aconteceu, mas não quer dizer que não o possa acontecer.
Não nos opomos minimamente aos novos vampiros, há lugar/mercado para esta evolução, nós particularmente preferimos os tradicionais. Se formos a ver de Nosferatu até Drácula de Bram Stoker filme, pois ambos os filmes são baseados no mesmo livro, houve uma evolução era natural que a evolução continuasse, nunca esperamos que eles brilhassem com a luz do sol ou passassem a ter reflexo.

4)            Como tem sido a vossa experiencia? Estão a gostar?
A experiência tem sido muito boa, começamos o projeto ou brincadeira como quiserem chamar, com a ajuda de uma amiga a Vanessa Amaral e de momento já somos uma equipa de vários elementos o que nos permite ir evoluindo e disfrutar mais o processo de criação da série.

5)            Existe alguma obra literária, filme ou série televisiva sobre o tema que recomendem?
Por norma vemos ou tentamos ver todos os filmes e séries que saem relacionadas com vampiros, mas maior parte não são recomendáveis.
A nível de séries as que mais gostamos são o True Blood e The Originals, livros sem sombra de dúvidas o Drácula de Bram Stoker (edição original – Inglês) e filmes não poderíamos deixar de recomendar o Nosferatu (1922) sendo o primeiro filme da temática, os “Draculas” com Bela Lugosi e claro o de Bram Stoker. Um filme mais “recente”, recomedaria  “A Sombra do Vampiro” de Elias Merhige, que é uma história passada no “backstage” das gravações do Nosferatu.

6)            O que podemos esperar de Vampiros da Mata da Serreta daqui para a frente?
Sangue, muito sangue! Estou a brincar. Gostei muito de trabalhar neste último episódio, pois entrou muito mais “numa onda” de (pseudo) terror. E com o fim desta primeira temporada de episódios à porta, vamos tentar tornar a série um pouco mais séria e um pouco mais sangrenta. Gostaríamos de evoluir nesse sentido.


quarta-feira, 5 de março de 2014

Transformers, Age of Extincion; os heróis que não queremos

Uma nova Era Começou

Preparem-se para o que de melhor a tecnologia nos pode trazer. Atrevemo-nos a dizer que não precisamos deles, mas sem eles, ficamos vulneráveis a inimigos estranhos que não sabemos compreender e muitas vezes vulneráveis à nossa própria humanidade. É absurdo que sejam precisas máquinas para nos lembrar de valores como honra, lealdade, coragem e bondade.  
Eles estão de volta, mesmo que lhes viremos as costas eles não nos abandonam. Eles são os Transformers. 


terça-feira, 4 de março de 2014

George R.R. Martin, A Nova Fantasia

A fantasia tem um novo mestre. 

Porquê Nova Fantasia? Porque Martin deixa o cliché do Senhor do mal que ameaça a terra e os bons que são bonitos e vestidos de branco que lutam contra os maus que são repugnantes e vestem de preto. Martin oferece maior realismo à fantasia. Nenhuma personagem é inteiramente vil e nenhum personagem é inteiramente bom. São personagens complexos onde a definição de bem e mal muitas vezes se resume a um ato e uma escolha. As personagens no seu livro são complexos e lidam com os mesmos dilemas que nós podíamos lidar, num mundo tão perigoso como Westeros.
Não censuro as pessoas por o compararem a J. R.R. Tolkien. Como Martin diz, "Depois de Tolkien, todos os que escreveram sobre Fantasia, fizeram-no na sua sombra, tão marcante foi aquilo que criou".  Acho no entanto absurdo as pessoas quererem escolher quem é o melhor. Não será o melhor apenas apreciar os dois? Sem criar nas nossas mentes possíveis desagrados sobre uma ou outra obra? George Martin tem a maior admiração e respeito por Tolkien, não existe nenhuma guerra, senão a criada por alguns fãs.
Acho este autor uma inspiração e no geral uma boa pessoa.


domingo, 2 de março de 2014

Vikings já desembarcaram; sentido critico

Vikings a segunda temporada voltou, 

mas enquanto fui transportado para o passado na primeira temporada experienciando diferentes costumes e pontos de visão diferentes da sociedade moderna, nesta temporada receio que me seja só mostrado o passado pelo olhar crítico do homem moderno. Passo a explicar: O show abre com uma magnífica batalha que sofre com dramatismos de combates singulares que retratam mal a veracidade de uma batalha que devia em muito ser caótica e com pouco tempo para o bonito invés do eficaz.
Ao argumento faltou alguma criatividade para superar aqueles suspenses tão bons que nos prendem aos shows.

Espero que ventos mais favoráveis enchem as velas quadradas.