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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Justiça Cega; um livro bem estruturado, que deve ter exigido muito planeamento.

Justiça Cega é um livro sobre o rapto de uma criança de treze anos e da sua investigação.
conhecendo, à partida, alguns textos do Hugo Pena, estava preparado para, nesta crítica, me debruçar sobre a importância do terceiro acto, de como toda a obra iria depender dele, mas encontrei um livro bem estruturado do princípio ao fim; existem sim, alguns momentos no meio que nos perguntamos o que fazem ali, mas que depois, com maior ou menor alcance, fazem sentido.
O Autor garantiu, no livro, uma grande tensão, ao saltar entre personagens e locais mantém-se o leitor sempre ávido pelo que vem a seguir. Ao Hugo, tenho de agradecer o facto de podermos estar presentes durante a violência e crimes mais vis, com o conforto da cortina fina que nos separa da ficção.
Agora para fazer o meu amigo suar um pouco: Se uma crítica houvesse a apontar, então escolho a do agente Neves quando descortina a verdade sobre uma certa personagem feminina. O que é uma coincidência óbvia para o leitor, devia ser uma coincidência rebuscada para o agente Neves que (contudo) parece partilhar do mesmo ponto de vista privilegiado do leitor. Chega a uma conclusão demasiado fácil com dados demasiado leves.
Aos capítulos, pequenos e de fácil leitura, senti falta de um título que me permitisse vislumbrar o que vinha a seguir, um gosto pessoal, nada mais.
Ao assédio nas redes sociais, perguntava às meninas porque não bloquearam o individuo, não o removeriam da sua vida, mas conseguiam alguma paz online. Fica o alerta, removam pessoas nefastas do vosso círculo de amigos online e, se preciso, bloqueiem-nas.
Aos Agentes Martins e Neves pedia para apurarem, com maior afinco, se o suspeito tinha alguma propriedade, semelhante à usada para o crime hediondo, no seu nome ou de algum familiar, escrito de arrendamento, etc.
Em conclusão: Justiça Cega é um livro bem conseguido, do qual, tenho orgulho de possuir um exemplar com dedicatória. Com esta mesma criatividade e as novas técnicas de escrita, que sei que o Hugo adquiriu, tenho a certeza que o próximo livro será ainda melhor.  

Booktrailer

terça-feira, 21 de abril de 2015

Semana Geek - Trailers

Uma semana de loucos que fez arrepiar a comunidade geek  por todo o mundo. Estou a falar, claro, dos trailers que foi-nos atirado estes dias.

Star Wars The Force Awakens jogou com a nostalgia - e resultou perfeitamente -, demarcou-se nesta semana frenética. É ainda uma marca que joga num nível completamente diferente das outras, faz a junção perfeita de fantasia com ficção científica. O Teaser trailer #2 foi estupendo, repleto de ação, diálogo bem conseguido (por uma voz familiar) e um acenar aos fãs, no final, com a fala de Han Solo: “Chewie Were home.” O trailer foi tudo o que desejei – e mais.


Na ressaca de Star Wars – a bomba: “Batman V Superman Dawn of Justice” foi lançado na internet mais cedo do que o esperado. Segundo dizem (depois de uma fuga do teaser) viram-se forçados a fazer o lançamento antecipado. Acho que foi um teaser muito bom, deixa-nos um gostinho do porquê de Batman, e de uma parte do mundo, não estar do lado de Superman. Todo o meu receio do papel de Ben Afleck neste filme dissipou-se. O meu único senão foi, lá está, ser lançado na ressaca de Star Wars – sob uma grande sombra.


Outros lançamentos – bónus – dignos de serem mencionados aos fãs de ficção científica, super-heróis e

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Terra Antiga o Duelo, Venda e divulgação

Género: Ficção Fantástica

Autor: Tiago Dutra

Editora: Edições Vieira da Silva

Venda online: 
Wook 
Edições Vieira da Silva 
Pontos de venda:
RG Livreiros-CASCAIS
Liv. Barata-LISBOA
UNICEPE-PORTO
AO Pé das Letras-FEIRAS DO LIVRO
Liv. Parnaso-CALDAS
Porto Editora – PORTO E VENDA NA WOOK
Livraria Boa Leitura Lda. - LEIRIA
Secretdiary Papelaria . BENAVENTE
Livraria Apolo 70 – CARCAVELOS, LISBOA (3 LOJAS) E CARNAXIDE
Livraria Clássica - Torre de Moncorvo
Centésima Página – BRAGA
(Lista a crescer)

Sinopse: " Um pequeno ponto no Cosmos, um vasto mundo para os seus muito diversificados habitantes. Terra Antiga de seu nome, por ser uma terra sofrida, herança de gerações passadas.
Estamos na Era do terceiro teste do Homem, onde o destino de todos será decidido pelas ações de poucos.
Na Cordilheira Negra, refugio das raças da semente do mal, um exército inteiro desaparece sem deixar rastro, cedendo ao reino de Eltior o pranto pela perda dos seus filhos. Enquanto toda a Terra Antiga entra em tormento e vira a sua atenção para onde os ventos sopram rumores de uma crescente ameaça, aqueles com dinheiro e meios forçam o seu lugar para uma posição de poder.
A nossa aventura tem lugar numa dessas regiões usurpadas, o Vale da Foice. Quando um estranho naquelas paragens, roubado das suas memórias, desperta de um sono misterioso. O seu sentido de justiça coloca-o entre a tirania e os oprimidos. Onde a sua mente falha, os seus músculos reagem, um dotado guerreiro.
Do outro lado, quem tem poder não o quer perder, especialmente quem atraiçoou para o conseguir. A Meliath, o líder dos Mirdios e o mais hábil dos mercenários de Blob, é agora oferecido o que pode ser, finalmente, um verdadeiro desafio para as suas capacidades, pôr fim ao forasteiro.
Dois guerreiros em lados opostos, unidos por uma vida flagelada de um passado que preferiam não ter existido.” 

terça-feira, 22 de julho de 2014

O dia de lançamento do meu livro, "Terra Antiga o Duelo"


E assim, passou o dia tão aguardado. Muito brevemente o livro será distribuído por livrarias espalhadas por todo o país e até em formato ebook para todo o mundo.
Tenho a agradecer todos aqueles que tornaram este dia possível, e que, de certa forma, até o fizeram superar as minhas expectativas. Não estou habituado a realizar sonhos, e vivê-lo, tem sido uma experiência surreal.
Sou um filho único e cresci com poucos amigos. Sempre usei muito a minha imaginação, criava enredos para as minhas brincadeiras e acho que a escrita é uma continuação disso. É sonhar depois de adulto. Gosto da escrita, não pela escrita em si, mas porque oferece-me um escape. É uma necessidade para me abstrair do mundo, é diferente de tudo. Ao contrário de ver um filme ou de ler um livro, eu quando escrevo, estou no meio daquelas aventuras, vivo aquilo que escrevo, sinto o ar, interajo com os personagens, vejo as paisagens que descrevo, estou presente.
Porquê fantasia? Porque não importa o quão pequenos sejamos na realidade, na fantasia podemos ser enormes. É um género literário que já existe à muito tempo, desde as mitologias, a "Odisseia", a "Ilíada", e depois com obras como, "Beowulf", a lenda do rei Artur, etc. A fantasia ficou muito popular na primeira metade do séc. XX com o, "Hobbit" e o, "Senhor dos Anéis" de Tolkien, e mais tarde com as Cronicas de Nárnia de C.S. Lewis. Atualmente temos, "Games of Thrones", baseado nos livros, "As Crónicas de Gelo e Fogo" de George Martin. Em suma, escrevi sobre aquilo que gosto.
A Terra Antiga, é um mundo onde existe uma luta acesa pelo poder. Embora existam algumas semelhanças dentro do mesmo género com outras obras, é um mundo inteiramente criado de raiz por mim, onde, a cosmologia, as raças e até a magia obedece a regras criadas por mim.
Agora, desejo aos leitores, a mesma alegria que eu tive quando escrevi-o.


terça-feira, 1 de julho de 2014

Liége Báccaro Toledo, autora do Enigma da Lua

Para se escrever ficção Fantástica 

é preciso nunca se ter deixado de ser criança


Desde que criei o Blogue que tenho tido a felicidade de encontrar pessoas com as quais me identifico. Gente que gosta de criar e fá-lo com paixão. Gente que ainda se lembra de como era ver o mundo quando criança.
Uma dessas pessoas é Liége Báccaro Toledo, autora dos livros, “O Enigma Da Lua”, e não só.
O que salta logo à vista ao falar com Liége é a sua simpatia e fluidez na escrita.
Já lhe tinha dito isto, a Fantasia precisa de mais mulheres. Liége oferece uma abordagem diferente a temas já muito batidos, é refrescante.

Eis algumas perguntas às quais foi atenciosa o suficiente em responder:

Fale-nos um pouco sobre si. O que gosta, os seus hobbies, guie-nos por um dia da sua vida.
Bom, eu sou uma pessoa bem “comum”, creio eu, mas tenho minhas particularidades como todo mundo. Sou professora de ensino fundamental e leciono a matéria de produção textual. È bem desafiador. De modo geral, sou muito caseira, gosto de passar tempo com as pessoas que eu amo fazendo coisas simples, mas sou uma amante apaixonada de cinema, literatura e música! Desde muito pequena gosto de ouvir e contar histórias. Sempre fui aquela criança que conseguia passar horas no mundo da lua, imaginando coisas, enredos, personagens. Fazia isso com meus brinquedos, inventava aventuras para eles, e isso me acompanha até hoje: só troquei os brinquedos pelos personagens que habitam minha cabeça. Quanto aos meus hobbies, sou uma jogadora inveterada de RPG (na maioria das vezes Dungeons and Dragons) e amo, amo escrever (o que é óbvio, hehehe!), ler e escutar música (e comer chocolate).
      
      É a autora dos livros de fantasia, “O Enigma da Lua”. Para quem ainda não conhece, fale-nos um pouco desse seu mundo.
O Enigma da Lua é uma série muito especial para mim. Ela se passa em Edrim, um mundo de alta fantasia que eu comecei a criar quando tinha quinze anos. Naquela época, eu havia acabado de começar a jogar RPG e tinha assistido o primeiro filme da trilogia O Senhor dos Anéis. Estava completamente apaixonada pelo mundo de Tolkien (eu já havia lido os livros) e também pelo jogo que meus amigos haviam me apresentado. A partir daí, decidi criar algo misturando as duas coisas, com todos os elementos que me encantavam: florestas, castelos, elfos, magia, um mundo medieval fantástico... em um primeiro momento, eu assimilei muitas coisas e criei poucas, confesso! Mas, com o tempo, fui amadurecendo e o mundo e a história também. O que mais proporcionou esse amadurecimento foram os próprios personagens, que praticamente cresceram comigo. Eles trouxeram cor e vida à Edrim e permitiram a criação de uma das coisas que os meus (poucos, mas muito queridos) leitores costumam mais gostar na ambientação: a mitologia do mundo e do universo em si e os traços de romance que costumam agradar quem procura uma história com um pouco de ação, aventura, mas também com coração. 
     
      De onde surgiu a inspiração para escrever esse projeto? O que a influenciou? Porquê o género Fantasia?
De muitos lugares... de tudo aquilo que me encantava quando eu era criança, da narrativa de Tolkien, dos animes e mangás japoneses e até mesmo da música! Lembro que um dos conflitos chave da história de O Enigma da Lua surgiu quando eu escutei a música Moonlight Shadow do Mike Oldfield e da Maggie Reilly. Mas eu sempre fui fascinada por fantasia, desde muito pequena, e acho que foi esse fascínio, acima de tudo, a maior influência para que eu escrevesse O Enigma da Lua. Eu não sei explicar o porquê desse meu interesse ao certo, mas creio que a fantasia me encanta pela possibilidade de vivenciar mundos diferentes, de se cercar de magia e do fantástico.
      
      Suponho que para todo escritor aspirante exista um sonho, agora que alcançado, julgo eu, com seus livros, vê correspondida a expectativa que tinha antes de atingir esse patamar?
Sabe qual foi a melhor coisa que eu ganhei lançando meus livros? As pessoas. As pessoas que conheci. Os leitores, as pessoas que atrai com alguns de meus escritos foram poucos, na verdade, mas a experiência de ter tido contato com esse pessoal foi incrível. Publiquei de forma independente, sem traçar um plano ou coisa assim, sem me organizar... então, creio que tive um resultado muito bacana. As expectativas que a gente tem quando escreve e deseja alcançar um público maior sempre são, no início, mais mirabolantes. Mas agradeço muito por ter contado com o apoio de pessoas que me fizeram enxergar as coisas como elas são e fizeram e me fazem evoluir a cada dia, seja com dicas, críticas ou apoio incondicional.  
      
      Que autores e outros livros nos pode indicar para uma boa leitura? 
Bem, no caso de autores consagrados sempre faço uma indicação quase desnecessária: leia Tolkien, claro. Também indico ardentemente “A História sem Fim”, de Michael Ende, livro fantástico e imprescindível para quem ama fantasia e ama criar. Mas gostaria de indicar escritores nacionais (brasileiros) muito bons que conheci em minha caminhada e indico sem medo: Jacó Galtran (ou Charles Willian Kruger), Gisele Bizarra, Ana Lúcia Merege, Karen Alvares e Melissa de Sá. Todos lidam com fantasia (mas não só) e escrevem muito bem. Acredito que vocês devem ficar de olho grudado nesse pessoal. Se esqueci de alguém, peço perdão adiantadamente.
      
      Que conselho pode dar a outros que queiram um dia ver algo seu divulgado ao público? 
Escrevam. Escrevam aquilo de que gostam e procurem sempre melhorar, SEMPRE! Para tanto, leiam muito e busquem o conselho de pessoas com mais experiência. Esse último é algo óbvio e que funciona em muitas outras ocasiões, mas é pura verdade. Não se preocupem em serem originais, serem perfeitos e bombásticos. Com treino e amor pelo que a gente faz, com paciência e dedicação, acho que tudo se ajeita. E não tenha medo de botar a cara a tapa! Muitas vezes é só assim que a gente aprende.
      
      O que podemos esperar de Liége Báccaro Toledo para o futuro?
Podem esperar novas histórias – estou preparando um romance em um cenário “desértico”, com influências da cultura árabe e persa que está me empolgando bastante. Também estou escrevendo o último livro da série “O Enigma da Lua”, que se chamará “O Despertar de Kathul”. Em breve sai um conto meu pela Editora Andross, na antologia “Horas Sombrias”. Enfim, eu espero poder sempre trazer boas histórias para quem gosta daquilo que eu escrevo – por enquanto são poucos, hehehe – e creio que jamais pararei de inventar e criar. Nasci assim e ainda não achei o botão de “desliga”.








sexta-feira, 20 de junho de 2014

Projectos futuros; Terra Antiga e Vampiros da Mata da Serreta


Era com enorme orgulho e satisfação que vinha aqui revelar que vou ser o guionista para a segunda temporada da web-série, Vampiros da Mata da Serreta, com colaboração da equipa existente, claro. Mas agora para além dessa otima noticia, venho de sorriso de orelha a orelha anunciar que meu livro chegou hoje (a ser lançado no dia 11 de Julho).  
Desculpem-me, mas faltam-me melhores palavras para descrever esta alegria. 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Aventuras Fantásticas, Introdução ao RPG

Convido-os a visitar o meu passado...


Livros extraordinários que recomendo vivamente a todas as idades. 
Quando pré-adolescente, via como uma enorme inovação, um livro onde se podia escolher o trajecto do herói, mal sabendo eu, que isso fazia parte de uma comunidade bem maior e mais complexa. Ao prazer da leitura, juntava-se também uma espécie de jogo, que, com o rolar dos dados decidia-se o desfecho de combates e situações delicadas de vida ou morte. Outro chamariz dos livros era a arte dos desenhos, mantinha-me ansioso pelo virar da página e ver o que se escondia atrás dela. 
Guardo desses livros otimas memórias, um carinho enorme e com eles ganhei o amor pela Fantasia. 


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Elgalor Capítulo I: Uma nova saga começa.







Nota: Escrevam porque gostam, escrevam por escape, mas escrevam primeiramente por vocês. Depois, mostrem a outros se for essa a vossa vontade e com sorte, os leitores venham a gostar. 
Os fãs de fantasia familiarizados com o género vão sentir-se em casa em Elgalor. Existem todos os elementos tradicionais, como povos livres os Elfos, os Anões, existem heróis sob uma crescente ameaça que paira sobre todos.
A acção é preconcebida muito ao estilo que gosto, uma demanda com vários obstáculos para chegar a um fim.
Para estrear este novo espaço que criei, "Vossos Textos" , temos como autor Odin do blogue Halls of Valhalla RPG






 Nos reinos de Elgalor sou conhecido por muitos nomes: O Sábio do Deserto, O Precursor da Desgraça, Aquele que Caminha no Vento ou simplesmente o Senhor dos Ventos. Após séculos apenas observando as areias do tempo escoando enquanto novos heróis vêm e vão, é chegada a hora de voltar a caminhar entre os povos livres e alertá-los sobre um grande mal que há de obliterar e escravizar a todos se não for ferrenhamente combatido.

Após um plano extremamente bem arquitetado durante anos, que culminou no roubo de um poderoso artefato e na morte do sábio rei élfico Bremmen Bhael, um poderoso e misterioso lorde necromante conhecido apenas como “O Servo da Morte” havia encontrado e se apossado de um dos 6 Tomos dos Cânticos Profanos, artefatos nefastos que, segundo as lendas, poderiam jogar o mundo em uma era de escuridão jamais vista. Com o poder de apenas um tomo, ele foi capaz de invocar e controlar diversas criaturas das trevas, e pela primeira vez em séculos, os povos livres foram lembrados da razão pela qual seus ancestrais temiam tanto a noite e suas crias. Vampiros, fantasmas, espectros e demônios vagavam pelo mundo, consumindo, pervertendo ou destruindo tudo aquilo que tocavam. Contudo, este reinado de escuridão, apesar de terrível, durou pouco, pois bravos heróis viajaram até o Plano das Sombras, local onde se localizava o castelo do Servo da Morte, e enfrentaram o vilão. Liderados pelo filho do rei élfico assassinado, o guerreiro Coran Bhael, estes heróis conseguiram o que parecia impossível: Derrotar o Servo da Morte e lacrar no Plano das Sombras o Tomo dos Cânticos Profanos. Os heróis que acompanharam o nobre rei élfico foram:

Evan, o Justo, um nobre paladino e cavaleiro andante, membro da Ordem dos Cavaleiros do Céu de Eredhon.
Bulma, A Destruidora, uma feroz bárbara das tribos setentrionais de Kargath, formada por poderosos guerreiros humanos com descendência ancestral dos antigos Khargar, também conhecidos em Elgalor como “meio-orcs”.
Astreya, a Estrela do Alvorecer, uma bela barda vidente oriunda das terras místicas do grande deserto de Khamaro
Aramil, o Sincero, poderoso mago real e conselheiro de Sindhar, o reino dos Altos Elfos
Erol, Lâminas Mortais, um habilidoso ranger do reino de Sindhar, membro da ordem de elite do reino conhecida como os Guardiões Dourados.
Hargor Martelo de Mitral, um sábio e experiente clérigo guerreiro anão do poderoso reino de Darakar, o Grande Reino dos anões.
Oyama Flagelo das Feras, um guerreiro oriundo das planícies de Nergor, onde os guerreiros são mestres absolutos no combate desarmado.

A vitória dos heróis, contudo, não veio sem preço. Para lacrar o tomo dos Cânticos Profanos no local onde ele havia sido aberto, ou seja, no Plano das Sombras, foi necessário, além de um complexo ritual, o sacrifício de um guerreiro de espírito forte e coração justo. Para que o tomo fosse definitivamente lacrado, Evan, o Justo, precisou sacrificar sua vida.

Com a queda do Servo da Morte, uma era de relativa paz parecia ter se iniciado nos reinos de

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Os Sub-Géneros da Fantasia


Vamos lá a ver se percebemos isto.
O género literário Fantasia trata do impossível e permite o uso da imaginação sem limite.
Muitos, da fantasia conhecem só como aquele género que usa elfos, dragões, goblins, etc. Mas de facto a fantasia abrange muito mais que isso, tanto que surpreenderá quem pensar só assim.
Na fantasia, muitos agora até englobam a ficção cientifica como um subgénero, historias de horror e a nona arte, embora estes tenham força para seguir caminhos independentes.
Comecemos então pelo topo da pirâmide. Como primeira distinção, temos a fantasia alta da fantasia baixa. Nomes a meu ver, pobremente escolhidos que levam erroneamente os leitores a pensar que uma é de melhor qualidade que a outra. Pelo que entendi, na fantasia alta o mundo é muito ligado pela magia enquanto na baixa a magia tem um papel secundário. Outras características que os separam (segundo li) são os enredos políticos e éticos mais vincados na fantasia alta com livros como, O Senhor dos anéis de J.R.R. Tolkien e as Cronicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martin.
Logo a seguir temos o também muito famoso sub-género, espada e feitiçaria onde entra Conan do autor Robert E. Howard.
Outra distinção digna de ser lembrada é a fantasia medieval (muito popular e a mais associada ao género), da fantasia contemporânea, onde eventos acontecem no nosso período de tempo.
Depois pela pirâmide os sub-géneros amontoam-se:
  • contos de fadas; apoiam-se no folclore 
  • fábulas; animais falantes
  • ficção mítica; usa personagens míticas e usa mitologias conhecidas como base para a historia 
  • fantasia infante juvenil; focada para um leitor jovem 
  • fantasia sombria; funde horror com fantasia
E estes são só os mais conhecidos, a lista contínua.
A meu ver tanto subgénero quase que vem trazer mais confusão do que ajuda ao leitor. De qualquer maneira, muito interessante! 

domingo, 25 de maio de 2014

Terra Antiga em livro!

O realizar de um sonho



É com muito entusiasmo e uma impaciência característica, que, anuncio finalmente o publicar de um livro meu, o primeiro, com lançamento para muito breve pela editora Vieira da Silva
Como alguém querido me disse, "Finalmente saiu da gaveta". É a velha história do não acreditarmos no nosso valor ao ponto de nem tentarmos. Felizmente, com o devido incentivo, lá me submeti ao escrutínio das editoras com resultados bem positivos. Eis um exemplo para todos aqueles com trabalhos escondidos. Se não tentarem, não sabem.
O livro enquadra-se no género de fantasia medieval e passa-se num universo criado inteiramente de raiz por mim. Embora se encontrem similaridades dentro do mesmo género, a cosmologia, as raças, a magia e outras vertentes, obedecem a regras delineadas por mim. 
Em breve abro a porta para a Terra Antiga e convido-os todos a entrarem. Por agora, deixo aqui um gostinho do que está para vir. Espero que gostem.  

Sinopse: Um pequeno ponto no Cosmos, um vasto mundo para os seus muito diversificados habitantes. Terra Antiga de seu nome, por ser uma terra sofrida, herança de gerações passadas. 
Estamos na Era do terceiro teste do Homem, onde o destino de todos será decidido pelas ações de poucos.
Na Cordilheira Negra, refugio das raças da semente do mal, um exército inteiro desaparece sem deixar rastro, cedendo ao reino de Eltior o pranto pela perda dos seus filhos. Enquanto toda a Terra Antiga entra em tormento e vira a sua atenção para onde os ventos sopram rumores de uma crescente ameaça, aqueles com dinheiro e meios forçam o seu lugar para uma posição de poder.
A nossa aventura tem lugar numa dessas regiões usurpadas, o Vale da Foice. Quando um estranho naquelas paragens, roubado das suas memórias, desperta de um sono misterioso. O seu sentido de justiça coloca-o entre a tirania e os oprimidos. Onde a sua mente falha, os seus músculos reagem, um dotado guerreiro.
Do outro lado, quem tem poder, não o quer perder, especialmente quem atraiçoou para o conseguir. A Meliath, o líder dos Mirdios e o mais hábil dos mercenários de Blob, é agora oferecido o que pode ser, finalmente, um verdadeiro desafio para as suas capacidades, pôr fim ao forasteiro.
Dois guerreiros em lados opostos, unidos por uma vida flagelada de um passado que preferiam não ter existido.

terça-feira, 4 de março de 2014

George R.R. Martin, A Nova Fantasia

A fantasia tem um novo mestre. 

Porquê Nova Fantasia? Porque Martin deixa o cliché do Senhor do mal que ameaça a terra e os bons que são bonitos e vestidos de branco que lutam contra os maus que são repugnantes e vestem de preto. Martin oferece maior realismo à fantasia. Nenhuma personagem é inteiramente vil e nenhum personagem é inteiramente bom. São personagens complexos onde a definição de bem e mal muitas vezes se resume a um ato e uma escolha. As personagens no seu livro são complexos e lidam com os mesmos dilemas que nós podíamos lidar, num mundo tão perigoso como Westeros.
Não censuro as pessoas por o compararem a J. R.R. Tolkien. Como Martin diz, "Depois de Tolkien, todos os que escreveram sobre Fantasia, fizeram-no na sua sombra, tão marcante foi aquilo que criou".  Acho no entanto absurdo as pessoas quererem escolher quem é o melhor. Não será o melhor apenas apreciar os dois? Sem criar nas nossas mentes possíveis desagrados sobre uma ou outra obra? George Martin tem a maior admiração e respeito por Tolkien, não existe nenhuma guerra, senão a criada por alguns fãs.
Acho este autor uma inspiração e no geral uma boa pessoa.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

As Crónicas do Dragão; Sentido critico

O livro é muito bonito e entra logo com a premissa que estamos na posse de uma fiel reprodução de um achado verdadeiro sem dada de carbonização exacta, mas com pelo menos 400 anos e que foi a leilão em Londres já no séc. XXI.  












Sinopse:  “As Crónicas do Dragão são uma reprodução fiel do diário mantido pelo Grande feiticeiro, Septimus Agorius, em que narrou os seus esforços para perseguir e abater um certo numero de dragões malévolos, de acordo com os desejos do monarca moribundo. Durante essa sua ultima e perigosa tarefa doi auxiliado não apenas pelos mais corajosos guerreiros do rei, como também por diversos artistas e assistentes a quem competia documentar os vários encontros dramáticos, recolher amostras e reunir todas as informações possíveis a respeito desses monstros misteriosos durante a épica viagem. Relato de aventuras e em parte enciclopédico, este livro é considerado como a obra definitiva sobre o tema em questão e tornou-se numa valiosa fonte de referencia para os caçadores de dragões do mundo inteiro.” 














Merece ser comprado nem que seja pelas ilustrações de Garry Walton, cuja qualidade por si só é excelente. O enredo é interessante, mas achei a magia como resposta demasiado fácil para ultrapassar os diversos obstáculos impostos pela aventura.


domingo, 26 de janeiro de 2014

Silmarillion

Rendam-se à genialidade do mestre J.R.R. Tolkien. A sua imaginação ultrapassa por quilómetros a do homem comum.

Leitura obrigatória para quem gosta de Senhor dos Aneis, livro ou filme.
A quantidade de detalhe é impressionante num mundo esticado por milénios.
Vão atrás até ao primeiro senhor do mal, Melkor. Aprendam como Sauron foi primeiro um servo antes de reger sobre todo o mal. Acompanhem os elfos na busca incessante pelas silmarils.Vejam o nascimento do Homem.
Silmarillion é a bíblia para a fantasia.
Abaixo deixo um video com o resume do livro (cuidado com spoilers):

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Enciclopedia da Fantasia por Judy Allen

Para todos aqueles que gostam de fantasia, este é um livro que simplesmente tem de se ter.
Quando começamos a folheá-lo ficamos com a sensação que tivemos o privilégio de encontrar algo que veio mesmo de outro mundo. As suas ilustrações impecáveis, a forma apaixonada como o livro é apresentado e a quantidade surpreendente de informação, culminam nisso.
Logo ao principio somos fisgados com o prefácio escrito por Jonathan Stroud: “A fantasia assustou-me em várias ocasiões, mas acima de tudo foi para mim um escape.”
A fantasia existe e expressa-se por nós. 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Narnia A Viagem do Peregrino da Alvorada

Abram um livro e vejam a vossa mente florescer.

O terceiro volume da série de C.S. Lewis é um dos meus livros preferidos.
Ao ler, fez-me lembrar a Odisseia da qual guardo grandes recordações da minha infância. Um grupo de heróis num barco partem para a aventura encontrando diferentes perigos em cada ilha que atracam. São aventuras, dentro de aventuras. Como não gostar?
Como todo bom fã do seu livro, fiquei desiludido com a adaptação cinematográfica. Não fez jus à obra literária, faltou-lhe grandeza quer por limitações orçamentais ou simplesmente artísticas.  
Narnia é rica em todo o tipo de mitologia e mais. É um mundo cheio de imaginação. A série é um clássico da fantasia, muito bem sucedido e dos mais vendidos em todo o mundo, um "must read". 
Não me canso de mencionar no grupo, "The Inklings" dos quais faziam parte C.S. Lewis e J.R.R. Tolkien (grandes amigos). As suas reuniões consistiam em discutir as obras literárias dos membros. É fascinante dois grandes senhores da literatura fantástica terem sido amigos e para além de serem os autores de obras tão conhecidas, terem ambos acompanhado e criticado o trabalho um do outro. 

domingo, 29 de dezembro de 2013

Mundos Perdidos por Jonn Howe

John Howe, para aqueles que não o conhecem é uma das metades a par com Alan Lee dos ilustradores dos aclamados livros de Tolkien, Senhor dos Anéis, etc.
As suas ilustrações são aceites pelos fãs como as verdadeiras janelas por onde se pode contemplar a Terra Média. É um artista que mistura tão bem a fantasia como o realismo.
Com Balrogs e Dragões já na carteira, Howe dá agora vida a mundos como Atlântida, Troia, Camelot, entre outros.
Em Mundos Perdidos, temos ainda o feliz bónus de ter uma introdução por sir Ian Mckellen (Gandalf nas trilogias cinematográficas Senhor dos Anéis e Hobbit) e tal como ele explica, o livro permite-nos sobrevoar estas terras como se existissem.
Eu pessoalmente adoro este tipo de arte porque mergulho nelas e nem que por segundos me faz esquecer tudo, eu perco-me. 


domingo, 15 de dezembro de 2013

Joker Comic

Um super-herói só é tão bom quanto o vilão que tem de lutar. A popularidade de Batman deve-se muito a Joker.

Assim que li algumas páginas só pensava como o queria ler outra vez. É assim tão bom.
Neste comic, Joker é o protagonista e Batman relegado para um segundo plano.
Passeamos no mundo do crime com o palhaço a nos servir de guia e no entanto, ficamos a perceber cada vez menos os motivos por detrás dos seus actos. 
As cicatrizes, o look... inspiraram o Joker de Heath Ledger em The Dark Night.
Ele é um dos melhores vilões de todos os tempos e o maior antagonista de Batman. É um agente do caos, mas é apelativo, as pessoas identificam-se com Joker por este ser totalmente livre das algemas impostas pela sociedade. Sê tu mesmo, levado ao extremo. Não deixa de ser um pouco perturbador, identificarmo-nos com um psicopata demente assassino e até violador neste comic.



segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Comics a Nona Arte

Desapreciados como literatura e desapreciados como arte-visual. Injustamente a meu ver. Um bom comic consegue nos abstrair da realidade tão bem como qualquer bom livro ou filme.
Um bom comic tem de ter uma boa história complementada com ótimas imagens. Consegue fazer saltar emoção do papel.
Sem os comics desapareceria por exemplo um Homem Aranha da nossa cultura popular e com ele frases como: “Com grande poder vem grande responsabilidade”, empobrecendo a nossa mente.
Os comics são uma fonte de inspiração para a sétima arte (cinema) e muitas vezes um meio para florescer novos ramos de uma franshise como Star wars
Desafio alguém a ficar imune á qualidade destas imagens e não chamar isto arte, do comic, “Purga: Espada oculta”.
Enredo: Darth Vader é enviado para proteger uma fábrica importante para a construção de veículos imperiais. Enquanto luta com os nativos presente existir mais por detrás dos ataques.