A realidade restringe-nos a uma vida de obrigações, tarefas diárias de uma rotina incessante. A imaginação liberta-me, são pensamentos mudos. Dentro da minha cabeça eu vivo uma vida muito mais interessante. Tomo facilmente o papel de herói, meço forças com dragões, oiço o canto das sereias, percorro grandes distâncias, pego no meu sabre de luz e vejo outros mundos... sou jovem para sempre.
Saiu ontem o novo trailer das Tartarugas Ninja. Entusiasmado? Sim, não?
A minha primeira reacção a ver o trailer: desapontamento. Finalmente vamos ter Bebop e Rocksteady, que, com tanto CGI, pareçam falsos como o orgasmo de uma prostituta. Um filme de Michael Bay em que se volta a aproveitar a beleza da Megan Fox (que mulher). Nunca deu para perceber se ela tem talento, ou se não lhe deixam mostrar, por trás de tanta beleza. Stephen Amell não me convenceu como Caysey Jones, parece-me difícil se libertar da sua personagem: Arrow. Essa foi a minha primeira reacção. Depois, com mais calma, voltei atrás, vi o trailer mais duas vezes e tenho de confessar, aos poucos, começou a conquistar-me, podem, de facto, conseguir captar a essência do que são as Tartarugas Ninja. Mostrem mais da sua camaradagem entre os heróis verdes, dêem-nos uma historia razoável, um bom vilão (livraram-se do ultimo Shredder #canivetesuiço) e pode ser que exista aqui entretenimento.
Ainda a frisar: as naves espaciais dão-me esperança de serem da Dimenção X (Krang).
Primeiro que tudo, eu sou um fã de super-heróis, não de
marcas. Foi bem tarde na vida que descobri que afinal os heróis dos
quadradinhos, que eu tanto adorava, estavam afinal divididos ao meio por duas
marcas distintas. A partir daí, percebi que eu nunca ia ver, por exemplo, um
Spider-man com um Batman, ou o Superman entrar nos Avengers.
Dito isto: existe sim uma rivalidade, que parece acentuar-se em 2016 com dois Filmes “VS”: Batman contra o Superman e Iron man
contra o Capitain America. Qual sairá no topo? E quando digo no topo, não me
refiro tanto ao lucro nas bilheteiras, mas a qual será o melhor filme. Verdade seja
dita, o bom era que os dois fossem excelentes, e parecem vir a ser. Mas qual o
melhor – se tivéssemos que escolher?
A Marvel tem a reputação de pôr produtos de excelência no
grande ecrã, já a Dc o contrário. Mas analisemos: a Marvel, não tem um
registo imaculado, como se pensa. Tivemos óptimos filmes: os Avengers (o
primeiro), um feito notável, provavelmente o melhor filme de super-heróis; o
Captain America Winter Soldier, ótimo filme; Guardians of The Galaxy, (o que as
prequelas de Star Wars deviam ter sido), Iron man (o que deu arranque ao
universo cinematográfico da Marvel); Thor 2,
que eu gosto, mas algo criticado. Depois tivemos os acidentes: Iron-man 2 e 3
(horríveis); Thor 1 (fraquinho); Avengers Age of Ultron (ficou longe de ser
um bom filme). Então, a Marvel não é infalível, como muitos dizem.
Já a Dc Comics tem o Green Lantern que todos apontam; Man Of
steal divide os fãs; mas também tem os primeiros Superman de Christofer Reeve (clássicos);
os Batman de Tim Burton (revitalizaram o homem morcego); e a trilogia de Nolan.
Então, o registo da DC também não é assim tão horrível como se pinta.
À Marvel já acusam de fadiga, e eu compreendo, as cenas de
ação, por exemplo, já parecem todas iguais, a mesma pastilha mastigada. Já a DC
trás, esperemos, novidade consigo, é um mundo diferente.
Houve muitas queixas do novo trailer do lado da DC, mas o que mostraram, com os "spoilers", foi que o filme vai ser brutal: otimas falas, uma incrível luta entre os gigantes Superman e Batman, e pela primeira vez no grande Ecrã: Doomsday.
Qual vai ser o melhor? Eu não sei responder a isso, espero
que Civil War fique no lado dos filmes bons da Marvel, e espero que "Batman V
Superman Dawn of Justice" seja incrível. A concorrência faz o
consumidor ganhar, e eu estou ávido por tirar os benefícios disso.
Hoje o dia começou de pé direito: vi o novo trailer do filme
mais aguardado de 2016, pelo menos para mim.
Vi o vídeo de sorriso largo. Adorei as falas, as diferentes ideologias
de Bruce Wayne e Clark Kent, as referencias ao Joker, até gostei do humor
inteligente de Lex Luthor.
Aquilo que não gostei: este trailer comete o pecado número dos
trailers: mostrou demais, mostrou o filme compactado em dois minutos – menos é
mais, em muito casos. É claro que isso não é indicador de um mau filme, apenas
má execução na sua publicidade. Tinha preferido entrar na sala do cinema sem
saber certas coisas que me foram reveladas.
Segunda coisa que não gostei: o look de Doomsday. Tem aquele ar
de: é só mais um monstro; tiraram-lhe caracter. Doomsday não é só mais um, matou
o Superman nos comics, e sempre que morre volta mais forte – é interessante. É
um look algo genérico como exemplifico abaixo, é pena.
Ainda estou bastante entusiasmado por ver o filme, mas tinha
gostado de ficar a coçar-me de perguntas, ao invés de sentir ter todas as
respostas.
Desculpem andar desaparecido, deixei passar a euforia de Star Wars (e sou um fanboy), o comentário sobre Deapool, entre muito mais, mas a vida tem sido algo caótica. Agora voltei, e com sentido critico. Vou dar a minha opinião sobre Warcraft, opinião essa que será baseada inteiramente no trailer #1. Deixem-me, no entanto, dizer que já joguei o jogo (talvez não tanto como algumas pessoas), e que gosto do mundo de fantasia, que é rico.
Vamos a isto, então:
Warcraft, será bom? Bem, julgando só pelo trailer: acho que não - infelizmente. O trailer faz lembrar o Hobbit (que não sou fã). O Hobbit , ao contrario de Lord Of The Rings apostou fortemente no CGI (efeitos gerados a computador), criou um mundo pouco realista, e infelizmente parece que esse é o caminho que Warcraft está a tomar. Bem sei que para criar aquele mundo não existe grande alternativa ao CGI, mas o mundo não me convenceu como realista, e onde falha a produção, sem um bom enredo e actuação, o filme pode falhar.
Esta é a minha opinião, espero estar errado.
É uma otima era para se ser geek, tanto que até se tornou popular
ser geek. O positivo é que pessoas, os verdadeiros geeks, que reprimiam os seus
gostos já não o precisam fazer.
Porque é, então, tão bom ser geek neste momento? Já o tem
vindo a ser, desde ao algum tempo, pela responsabilidade do universo
cinematográfico da Marvel, mas agora, nós vamos ter a DC Comics à mistura e
Star Wars estará de volta ainda este ano. Existem três filmes que, depois de os
ver, se eu morresse, morreria feliz:
1)Star
Wars The Force Awakens
2)Batman V Superman Dawn of Justice
3)Suicide
Squad.
À medida que ficamos maduros tornam-mos mais críticos para
com o cinema, é difícil ver a magia - ou os filmes simplesmente já não são o
que eram. Deixem-me dizer-vos: eu já não ficava assim tão entusiasmado por estreias
à bastante tempo, e logo por três, cada um com a sua razão especial.
Star Wars é a minha franquia preferida, eu via os filmes (a
trilogia original) de seis em seis meses, eu tenho uma página de administro no
facebook chamada Fans of Star Wars. Mais que geek, eu sou um fanboy de Star
Wars. Com o elenco antigo, este vai mesmo tocar na nostalgia.
Batman V Superman, dois colossos dos comics no mesmo filme.
Nunca, nem mesmo depois do que conseguiram nos Avengers da Marvel, eu
pensava
que fosse possível fazer um filme sobre os dois; é incrível. Eu sou um grande
fã de Batman e estou ansioso por este filme.
Suicide Squad, duas razões: novo Joker, e finalmente, Harley
Quinn. Ainda fico arrepiado de ver o trailer, que, com tão pouco tempo de
filmagem, conseguiram fazer.
Jurassic World oferece entretenimento, se bom
entretenimento: é ao gosto de cada um.
O filme é uma clara representação do que a indústria
cinematográfica se tornou, descrentes no produto que têm, adicionam volume para
tornar tudo mais vistoso. Para quê fazer uso de um bom enredo quando se pode
fazer uso de efeitos especiais gerados a computador? A indústria
cinematográfica põe de parte a base fundamental de todo bom filme: um bom
enredo, personagens que criam empatia, momentos memoráveis.
Jurassic Park (o original) tornou-se uma lenda com o uso do
suspense e fascínio. O Jurassic World é, na sua maior parte, compactado de ação
com grande desconsideração por qualquer outro elemento.
No filme, os responsáveis pelo parque, descrentes na
admiração das pessoas por dinossauros (que nunca é explorada), criam uma
espécie nova; um monstro. E é aí que o filme toma contornos completamente
diferentes dos seus predecessores.
Pequenos Spoilers:
Buracos no enredo: a inteligência do novo “dinossauro” só
porque servia melhor a fluidez do filme. As crianças terem experiência mecânica
quando mais convinha. Um diálogo sobre um possível divorcio, só para encher
tempo e que em nada serviu para a historia principal. O problema de Jurassic
World não é ausência de enredo, é um enredo convoluto, diz muito quando não
precisa e nada diz quando devia.
Curiosidades: Uma mulher a correr em saltos altos durante o
filme todo (pois). Uma equipa atrás de um predador de 12m com varinhas de
choque e uma rede para o abocanhar (totalmente credível). Um dinossauro sabe o
que é um implante de localização.
O riso de Mark Hamil, os maneirismos combinados de Heath
Ledger e Jack Nicholson, e ainda, um toque pessoal. Cameron Monaghan captou na
perfeição a essência do Joker: modelações de humor, uma gargalhada
descontrolada e um diálogo tanto poético como perturbador.
As palmas das mãos sobre a mesa fizeram lembrar Heath Ledger
quando interrogado na delegacia em “ The Dark Night”. O uso nada subtil das
sobrancelhas espelhou-nos a atuação de Jack Nickolson em “Batman”, e o riso,
imagem de marca, do consagrado Mark Hamill em “Batman the animated series”.
Quando crianças, é-nos ensinado que liberdade não é fazer aquilo
que queremos. Mas todos sabemos que essa não é a independência total. The
Joker é a pique da liberdade, quebra todas as correntes pré-concebidas. Condeno
os seus atos claro, mas a liberdade absoluta é, na sua mais pura forma, a ausência de
regras.
Estretou o trailer do Quarteto Fantástico. Logo à partida pergunto se Jonhy Storm e Sue Storm têm pais diferentes? Sim porque, se são irmãos deve ter havido ali algum enredo de novela. Pegar num personagem caucasiano de uma das equipas mais populares da BD e mudar-lhe de cor, é no mínimo... arrojado. A Sonny fez asneira com o Amazing Spider-man 2 e agora a FOX está a tomar riscos desnecessários. O emblema da Marvel estampado no inicio mostra desespero, os direitos do Quarteto Fantástico já não lhes pertencem e a FOX parece estar só a tentar conseguir andar na onda lucrativa do universo cinematográfico da Marvel. O trailer não desprende da âncora de mediocridade, que, o rumor de Dr Doom ser um blogger o prendeu.
"Neste mundo… O destino da humanidade é ser controlada por alguma entidade ou lei superior? A mão de Deus realmente paira sobre nós? Ao menos é verdade… O homem não tem controlo nem mesmo sobre a sua própria vontade."
Na vastidão quase
infinita da fantasia, um nome único nome me foi trazido pelo vento, Guts.
Guts é um campeão
entre grandes guerreiros. Quando o defrontarem, deixem a arrogância de lado,
esqueçam a vantagem dos números ou o tamanho da vossa experiência e habilidade.
Subestimá-lo é o principio da derrota.
Guts é um
mercenário, vive para a espada e para se aperfeiçoar, a sua força vem de
dentro, nunca desistir. Apontem-lhe um inimigo e vejam despoletar uma força da
natureza. Leal amigo, mortal inimigo. Guts vem de um mundo extremamente violento onde
existe uma acesa luta pelo poder.
Acabei de ver
Berserk Golden Age Arc, fiquei um pouco perturbado com o final, por razões óbvias,
mas no geral gostei muito. Berserk é uma junção da Manga, Anime e Dark Fantasy, o resultado é uma delícia para os olhos, onde cada frame parece
cuidadosamente preparado para ser emoldurado como arte de fantasia. Como se
pode nunca ter ouvido falar nisto antes? Como já referi, a fantasia é vasta,
tão vasta que nos escapa tanto. Felizmente fiquei mais rico ao ver isto.
A pergunta só existe porque eles
(escritores/autores, artistas, responsáveis por manter a personagens vida) não
podem mostrar Joker a amar, pelo menos não um amor estruturado como o
conhecemos. Mas Joker tem tanta capacidade de amar como de odiar.
Nos fóruns existem os que dizem que ele só a está a usar.
Ela é-lhe muito fiel e uma excelente soldada para levar a cabo seus desígnios irracionais.
Uma marioneta por ele controlada. Anima-o por ser ele o arquiteto da sua
loucura. Dizem que ele a mantém por perto porque ela o faz rir. Mas isso não
é já um dos fatores para se escolher um parceiro no amor?
Outros defendem que ele no fundo a ama… ama como pode. O
Joker parece não ter sentimentos, tem explosões de emoção.
Eu pessoalmente acredito nisto: Joker é um homicida
psicopata, todos são dispensáveis para ele. É impossível Harley ser tão íntima
dele durante tanto tempo e continuar viva, sem existir algo ali. Sim, ele a
tentou matar algumas vezes quando se excedeu, mas se não está morta é porque
ele assim não o quis. Gosto de pensar que ele a ama, um amor não estruturado
como conhecemos, mas que a ama como pode.
Para muitos, o maior vilão da historia dos comics.
Em Gotham vivem alguns dos melhores vilões alguma vez
criados e Joker está no topo, como a cereja no bolo.
É impossível explicar a psicologia de Joker sem falar de Batman.
Se Batman é ordem, Joker é caos.
Perguntaram uma vez, porque o Batman não matava o Jocker e simplesmente
se via livre dele de uma vez por todas, salvando assim dezenas ou mesmo
centenas de inocentes.
Bem… primeiro, Batman tem uma única regra: não matar. O
vigilante está bem ciente do quão perto do abismo tem de operar para travar os
mais vis criminosos. Desse modo é preciso traçar uma linha que o separe deles. Segundo,
apesar de andar á margem da lei, ele quer acreditar na justiça, que existe algo
sã no podre que é o sistema, e isso envolve entrega-lo ás autoridades.
Joker também não quer matar Batman, ou melhor… até quer, mas
não sem antes fazer o homem morcego quebrar a sua regra, não sem antes vencer a
batalha psicológica.
Joker na sua psicose vê uma vida sem sentido se não houver
Batman nela, é um pouco como Ahab e a baleia branca. O que a fazer depois de a
caçar?
Joker é um homem sem um plano e no entanto é uma das mais
brilhantes mentes criminosas. É um homem sem passado, os comics já tentaram lhe apontar um trajecto de vida, mas como ele já disse: "Se eu vou ter um passado, que seja de escolha múltipla"
De um certo modo, ele representa liberdade, uma total ausência
de regras. Daí talvez um dos seus charmes. Se nos víssemos livres de todos os
conceitos impostos pela sociedade, não nos tornaríamos também vilões? Ele
acredita que sim, aliás diz estarmos apenas à distancia de um mau dia para sermos
como ele. Só precisamos um mau dia.
Ele não se importa com nada nem ninguém, no entanto sustem
uma relação de certo modo abusiva com Harley Quinn (psicóloga que nas suas
seções se apaixonou por ele), que muitos classificam como sua namorada.
Personagem trazida ao grande ecrã por interpretação memorável
de Jack Nicholson nos anos 90 e mais recentemente Heath Ledger no que foi uma
das melhores performances na história do cinema, pura genialidade. Deixo aqui
nota também para o ator Mark Hamill (Luke Skywalker) por ter dado a sua voz inúmeras vezes
na animação e até em vídeo jogos, numa interpretação sublime e cheia de
profundidade. Para entrar no seu mundo recomendo os comics, Batman: o
homem que ri; a saga Morte na família; Batman: O Retorno do Cavaleiro das
Trevas. Filme Batman o Cavaleiro das Tretas Ressurge, e na animação, Batman:
Contra o Capuchinho Vermelho.
"Esmagar seus inimigos,
vê-los conduzidos perante você,
e ouvir os lamentos das mulheres!"
Tronco nu, capacete
com cornos, rude e musculoso. No entanto Conan é muito mais que isso. Não havia
ele conquistado admiradores por todo o nosso mundo. De facto, seu impacto
cultural compara-se a personagens como, Tarzan e Drácula.
Um guerreiro
habilidoso, forte, com enorme resistência, inteligente à sua maneira, um grande
comandante.
Conan não é um herói
típico, pois apesar de desempenhar atos heroicos, ele muitas vezes só os
realiza para benefício próprio ou simplesmente para sobreviver, é contudo um
perfeito anti-herói. Deambulando o mundo como um mercenário, ladrão e pirata,
ele entra em ferozes batalhas, enfrenta feiticeiros, derruba tiranos e conhece
princesas.
Conan tem uma certa
pureza que conseguimos invejar. É honesto e de grande força tanto interior como
exterior. Leal amigo para aqueles verdadeiros com ele, intimidante para
desconhecidos, um perigoso inimigo para quem se atravessa no seu caminho. É
essencialmente um sobrevivente, é o melhor naquilo que faz e se supera
obstáculos desmedidos a muito se deve à sua
determinação.
Um super-herói só é tão bom quanto o vilão que tem de lutar.
A popularidade de Batman deve-se muito a Joker.
Assim que li algumas páginas só pensava como o queria ler
outra vez. É assim tão bom.
Neste comic, Joker é o protagonista e Batman relegado para um
segundo plano.
Passeamos no mundo do crime com o palhaço a nos servir de
guia e no entanto, ficamos a perceber cada vez menos os motivos por detrás dos seus actos.
As cicatrizes, o look... inspiraram o Joker de Heath Ledger em The Dark Night.
Ele é um dos melhores vilões de todos os tempos e o
maior antagonista de Batman. É um agente do caos, mas é apelativo, as pessoas
identificam-se com Joker por este ser totalmente livre das algemas
impostas pela sociedade. Sê tu mesmo, levado ao extremo. Não deixa de ser um pouco perturbador, identificarmo-nos
com um psicopata demente assassino e até violador neste comic.