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sábado, 19 de dezembro de 2015

O dia chegou - Star Wars The Force Awakens (ponte para outro blogue)



Quando vi o filme, tudo o que queria era falar sobre ele, e claro, com um blogue, tinha o veículo para despejar a minha emoção. O pensamento-indescoberto foi a minha apresentação à blogosfera, agora quis criar algo mais à minha imagem, com posts não muito diferentes dos já aqui: Geek Azores (comics, cinema, tv).
Clique também na imagem para ver a minha opinião sobre o filme.

domingo, 29 de novembro de 2015

Warcraft, será bom?

Desculpem andar desaparecido, deixei passar a euforia de Star Wars (e sou um fanboy), o comentário sobre Deapool, entre muito mais, mas a vida tem sido algo caótica. Agora voltei, e com sentido critico. Vou dar a minha opinião sobre Warcraft, opinião essa que será baseada inteiramente no trailer #1. Deixem-me, no entanto, dizer que já joguei o jogo (talvez não tanto como algumas pessoas), e que gosto do mundo de fantasia, que é rico.
Vamos a isto, então:
Warcraft, será bom? Bem, julgando só pelo trailer: acho que não - infelizmente. O trailer faz lembrar o Hobbit (que não sou fã). O Hobbit , ao contrario de Lord Of The Rings apostou fortemente no CGI (efeitos gerados a computador), criou um mundo pouco realista, e infelizmente parece que esse é o caminho que Warcraft está a tomar. Bem sei que para criar aquele mundo não existe grande alternativa ao CGI, mas o mundo não me convenceu como realista, e onde falha a produção, sem um bom enredo e actuação, o filme pode falhar.
Esta é a minha opinião, espero estar errado.


domingo, 2 de agosto de 2015

Geek: Quais três filmes estou mais entusiasmado por ver?

É uma otima era para se ser geek, tanto que até se tornou popular ser geek. O positivo é que pessoas, os verdadeiros geeks, que reprimiam os seus gostos já não o precisam fazer.
Porque é, então, tão bom ser geek neste momento? Já o tem vindo a ser, desde ao algum tempo, pela responsabilidade do universo cinematográfico da Marvel, mas agora, nós vamos ter a DC Comics à mistura e Star Wars estará de volta ainda este ano. Existem três filmes que, depois de os ver, se eu morresse, morreria feliz:

1)      Star Wars The Force Awakens
2)      Batman V Superman Dawn of Justice
3)      Suicide Squad.
À medida que ficamos maduros tornam-mos mais críticos para com o cinema, é difícil ver a magia - ou os filmes simplesmente já não são o que eram. Deixem-me dizer-vos: eu já não ficava assim tão entusiasmado por estreias à bastante tempo, e logo por três, cada um com a sua razão especial.

Star Wars é a minha franquia preferida, eu via os filmes (a trilogia original) de seis em seis meses, eu tenho uma página de administro no facebook chamada Fans of Star Wars. Mais que geek, eu sou um fanboy de Star Wars. Com o elenco antigo, este vai mesmo tocar na nostalgia.
Batman V Superman, dois colossos dos comics no mesmo filme. Nunca, nem mesmo depois do que conseguiram nos Avengers da Marvel, eu
pensava que fosse possível fazer um filme sobre os dois; é incrível. Eu sou um grande fã de Batman e estou ansioso por este filme.
Suicide Squad, duas razões: novo Joker, e finalmente, Harley Quinn. Ainda fico arrepiado de ver o trailer, que, com tão pouco tempo de filmagem, conseguiram fazer.  






domingo, 12 de julho de 2015

Jurassic World: o que representa perante Jurassic Park? - Sentido Critico

Jurassic World oferece entretenimento, se bom entretenimento: é ao gosto de cada um.
O filme é uma clara representação do que a indústria cinematográfica se tornou, descrentes no produto que têm, adicionam volume para tornar tudo mais vistoso. Para quê fazer uso de um bom enredo quando se pode fazer uso de efeitos especiais gerados a computador? A indústria cinematográfica põe de parte a base fundamental de todo bom filme: um bom enredo, personagens que criam empatia, momentos memoráveis.
Jurassic Park (o original) tornou-se uma lenda com o uso do suspense e fascínio. O Jurassic World é, na sua maior parte, compactado de ação com grande desconsideração por qualquer outro elemento.
No filme, os responsáveis pelo parque, descrentes na admiração das pessoas por dinossauros (que nunca é explorada), criam uma espécie nova; um monstro. E é aí que o filme toma contornos completamente diferentes dos seus predecessores.
Pequenos Spoilers:
Buracos no enredo: a inteligência do novo “dinossauro” só porque servia melhor a fluidez do filme. As crianças terem experiência mecânica quando mais convinha. Um diálogo sobre um possível divorcio, só para encher tempo e que em nada serviu para a historia principal. O problema de Jurassic World não é ausência de enredo, é um enredo convoluto, diz muito quando não precisa e nada diz quando devia.
Curiosidades: Uma mulher a correr em saltos altos durante o filme todo (pois). Uma equipa atrás de um predador de 12m com varinhas de choque e uma rede para o abocanhar (totalmente credível). Um dinossauro sabe o que é um implante de localização.
PS: Um final tipo Godzila (let them fight)

NOTA: 5/10


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

10 razões para a trilogia “The hobbit” não ser boa

Primeiro que tudo, esta é a minha visão pessoal sobre os filmes. Se por acaso, não concordar comigo ou tenha gostado da trilogia não há problema, eu também tinha adorado sentir o mesmo, fui um dos que salivou na expectativa de voltar à Terra Média. O facto de, não haver sempre ideias concordantes torna certos temas extremamente interessantes de discutir. Sou fã de Tolkien e da trilogia cinematográfica do Senhor dos Aneis, acredito que esse tenha sido a base para o meu reprovar desta trilogia. Algumas pessoas argumentam que se não houvesse o Senhor dos Anéis, eu e outras pessoas, não acharíamos o Hobbit mau, felizmente  vivemos num mundo onde existe, de facto, o Senhor dos Anéis, e a comparação é inevitável, visto fazerem parte do mesmo mundo. Sendo assim, vamos a isso:


Razão numero 1 – Ambas trilogias, Senhor dos Anéis e Hobbit, fazem parte do mesmo mundo e têm o mesmo realizador no entanto, esteticamente, não parecem nada uma a outra. Uma aprimora o realismo sujo, ferrugento e lamacento, ou outro põe uma lente limpa por cima de tudo, não existe coerência. 




Razão numero 2 – O hobbit é uma trilogia feita a partir de um livro de duzentas e poucas páginas, mais pequeno que qualquer um dos livros do Senhor dos Anéis (onde tivemos um filme para cada livro), tornou a historia diluída em alguns aspectos e noutros foram acrescentadas bastantes coisas que nem estavam no livro, que não adicionaram nada de melhor. 




Razão numero 3 – Acção que peca pelo irrealismo exagerado, onde Legolas encabeça essa fórmula,  existe uma certa extensão de corda que atribuo como verossímil até num filme de fantasia. Raramente é sentido que os heróis estejam em algum perigo verdadeiro, não é criada empatia.




Razão numero 4 – Orcs em CGI (Imagens criadas a computador). Os Orcs de Senhor dos anéis eram bem mais realistas que estas versões “atualizadas”. 




Razão 5 – Smaug foi, de facto, uma das coisas boas que emergiu da trilogia, um ótimo vilão. No entanto, esticar a sua longevidade para o terceiro filme diminuiu a personagem importante . Tinha sido bem melhor terminar o seu acto no segundo filme. Aliás, na Desolação de Smaug  já havia sido deixado bem claro como o dragão ia morrer, roubou o segundo filme do seu climax.




domingo, 7 de dezembro de 2014

As diferentes raças da Terra Antiga, povos livres.

A Terra Antiga é um mundo de fantasia recheado das suas próprias raças e mitologia. Embora o livro: “Terra Antiga o Duelo” não seja revolucionário, no sentido de apresentar uma área da fantasia que nunca foi tocada, consegue espremer-se neste universo literário, altamente populoso, o seu espaço, introduzindo elementos e características originais.

Às raças então:

Ultorks – São na sua mais simples descrição: meio homem meio urso. Pastores da maravilha (Terra Antiga), tiveram os Falks como professores, por um breve momento. Racionais, embora propícios a perderem a sua racionalidade e sucumbirem à raiva. 

Hunnies – Pequenos humanoides de olhos amarelos, estão divididos em diferentes classes representados por cor: Verdes, (ligados à natureza, fieis aos ensinamentos dos Falks); Azuis (guerreiros e artesãos); Amarelos (dotados nas artes mágicas).

Falks: Os primogénitos, semelhantes aos humanos, mas com asas. Com a mesma graça dos Oito, as divindades (imortalidade e magia). Jardineiros da maravilha (Terra Antiga).

Shulkos: Senhores de armas, o povo belígero. Criados para acudir aos outros povos que não possuíam a arte de guerrear. No princípio eram  grandes humanoides corpulentos, depois, devido a um encantamento de Zamiel, tornaram-se pequenos - embora ainda robustos. Lema: "Viver pela espada e aceitar o que esta nos dá." Quatro compromissos: coragem, honra, dever e glória.


Humanos: Destinados a forjar o destino de todos. Forçados à mais curta esperança de vida de todas as raças; susceptíveis a semente do mal. Divididos por vários reinos. 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Clips do "Hobbit the batlle of the five armies", nova maneira de marketing

Com o trailer muito em cima da data de lançamento, é-nos dado clips do filme, invés de outros trailers que só se iriam se tropeçar no youtube. 






terça-feira, 25 de novembro de 2014

O mundo precisa mesmo de mais um Jurassic Park?

Sim, se bem feito...


Eu digo isso porque as suas sequelas (principalmente a ultima), atiraram na lama o entusiasmo para qualquer continuação. No entanto, existe esperança...
Jurassic Park é que começou esta revolução cinematográfica da era do CGI, nunca até então se tinha visto efeitos especiais tão bons como naquele primeiro filme do franchise. Engane-se quem pensar que tudo se resume ao espectáculo visual, é preciso uma boa historia para servir de alicerce ao que se espera que seja uma delicia para os olhos. 

Sinopse: O sonho de John Hammond concretizou-se e finalmente temos a ilha como um parque totalmente funcional a receber milhares de turistas diários. 

Nota: Nota mais para o casting de Chris Pratt ( Guardians of the Galaxy) para o papel principal. ~


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

E a Disney está de volta, ou nunca nos abandonou, nem que seja para repetir o já feito, "Cinderella"

A sério, até aprecio este lançamento, há sempre algo de mágico quando tem carimbo da Disney. Também aprecio que se mantenham fieis ao que já se conhece, invés de avilanar ou vitimizar personagens que nos mudam a perspetiva do que nos fez gostar dos primeiros lançamentos, (nem que só para pôr-nos a pensar uns momentos e depois descartarmos todo o novo que foi tentado implementar.)





Sinopse: O recontar em ação real, de como uma rapariga ganha o coração de um príncipe.

Nota: Sinal mais para o casting, Cate Blanchett como madrasta e Richard Madden (Game of Thrones) como príncipe. 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Momentos ladrões da nossa atenção, "World of WarCraft"


Encontrei isto num pergaminho do meus irmão de armas Odin e fiquei rendido ao seu visual. É isto que me inspira a escrever sobre fantasia, momentos ladrões da nossa atenção. 
Jogava neste mundo, ávido de passar de níveis para desfrutar de vídeos assim:

terça-feira, 22 de julho de 2014

O dia de lançamento do meu livro, "Terra Antiga o Duelo"


E assim, passou o dia tão aguardado. Muito brevemente o livro será distribuído por livrarias espalhadas por todo o país e até em formato ebook para todo o mundo.
Tenho a agradecer todos aqueles que tornaram este dia possível, e que, de certa forma, até o fizeram superar as minhas expectativas. Não estou habituado a realizar sonhos, e vivê-lo, tem sido uma experiência surreal.
Sou um filho único e cresci com poucos amigos. Sempre usei muito a minha imaginação, criava enredos para as minhas brincadeiras e acho que a escrita é uma continuação disso. É sonhar depois de adulto. Gosto da escrita, não pela escrita em si, mas porque oferece-me um escape. É uma necessidade para me abstrair do mundo, é diferente de tudo. Ao contrário de ver um filme ou de ler um livro, eu quando escrevo, estou no meio daquelas aventuras, vivo aquilo que escrevo, sinto o ar, interajo com os personagens, vejo as paisagens que descrevo, estou presente.
Porquê fantasia? Porque não importa o quão pequenos sejamos na realidade, na fantasia podemos ser enormes. É um género literário que já existe à muito tempo, desde as mitologias, a "Odisseia", a "Ilíada", e depois com obras como, "Beowulf", a lenda do rei Artur, etc. A fantasia ficou muito popular na primeira metade do séc. XX com o, "Hobbit" e o, "Senhor dos Anéis" de Tolkien, e mais tarde com as Cronicas de Nárnia de C.S. Lewis. Atualmente temos, "Games of Thrones", baseado nos livros, "As Crónicas de Gelo e Fogo" de George Martin. Em suma, escrevi sobre aquilo que gosto.
A Terra Antiga, é um mundo onde existe uma luta acesa pelo poder. Embora existam algumas semelhanças dentro do mesmo género com outras obras, é um mundo inteiramente criado de raiz por mim, onde, a cosmologia, as raças e até a magia obedece a regras criadas por mim.
Agora, desejo aos leitores, a mesma alegria que eu tive quando escrevi-o.


terça-feira, 1 de julho de 2014

Liége Báccaro Toledo, autora do Enigma da Lua

Para se escrever ficção Fantástica 

é preciso nunca se ter deixado de ser criança


Desde que criei o Blogue que tenho tido a felicidade de encontrar pessoas com as quais me identifico. Gente que gosta de criar e fá-lo com paixão. Gente que ainda se lembra de como era ver o mundo quando criança.
Uma dessas pessoas é Liége Báccaro Toledo, autora dos livros, “O Enigma Da Lua”, e não só.
O que salta logo à vista ao falar com Liége é a sua simpatia e fluidez na escrita.
Já lhe tinha dito isto, a Fantasia precisa de mais mulheres. Liége oferece uma abordagem diferente a temas já muito batidos, é refrescante.

Eis algumas perguntas às quais foi atenciosa o suficiente em responder:

Fale-nos um pouco sobre si. O que gosta, os seus hobbies, guie-nos por um dia da sua vida.
Bom, eu sou uma pessoa bem “comum”, creio eu, mas tenho minhas particularidades como todo mundo. Sou professora de ensino fundamental e leciono a matéria de produção textual. È bem desafiador. De modo geral, sou muito caseira, gosto de passar tempo com as pessoas que eu amo fazendo coisas simples, mas sou uma amante apaixonada de cinema, literatura e música! Desde muito pequena gosto de ouvir e contar histórias. Sempre fui aquela criança que conseguia passar horas no mundo da lua, imaginando coisas, enredos, personagens. Fazia isso com meus brinquedos, inventava aventuras para eles, e isso me acompanha até hoje: só troquei os brinquedos pelos personagens que habitam minha cabeça. Quanto aos meus hobbies, sou uma jogadora inveterada de RPG (na maioria das vezes Dungeons and Dragons) e amo, amo escrever (o que é óbvio, hehehe!), ler e escutar música (e comer chocolate).
      
      É a autora dos livros de fantasia, “O Enigma da Lua”. Para quem ainda não conhece, fale-nos um pouco desse seu mundo.
O Enigma da Lua é uma série muito especial para mim. Ela se passa em Edrim, um mundo de alta fantasia que eu comecei a criar quando tinha quinze anos. Naquela época, eu havia acabado de começar a jogar RPG e tinha assistido o primeiro filme da trilogia O Senhor dos Anéis. Estava completamente apaixonada pelo mundo de Tolkien (eu já havia lido os livros) e também pelo jogo que meus amigos haviam me apresentado. A partir daí, decidi criar algo misturando as duas coisas, com todos os elementos que me encantavam: florestas, castelos, elfos, magia, um mundo medieval fantástico... em um primeiro momento, eu assimilei muitas coisas e criei poucas, confesso! Mas, com o tempo, fui amadurecendo e o mundo e a história também. O que mais proporcionou esse amadurecimento foram os próprios personagens, que praticamente cresceram comigo. Eles trouxeram cor e vida à Edrim e permitiram a criação de uma das coisas que os meus (poucos, mas muito queridos) leitores costumam mais gostar na ambientação: a mitologia do mundo e do universo em si e os traços de romance que costumam agradar quem procura uma história com um pouco de ação, aventura, mas também com coração. 
     
      De onde surgiu a inspiração para escrever esse projeto? O que a influenciou? Porquê o género Fantasia?
De muitos lugares... de tudo aquilo que me encantava quando eu era criança, da narrativa de Tolkien, dos animes e mangás japoneses e até mesmo da música! Lembro que um dos conflitos chave da história de O Enigma da Lua surgiu quando eu escutei a música Moonlight Shadow do Mike Oldfield e da Maggie Reilly. Mas eu sempre fui fascinada por fantasia, desde muito pequena, e acho que foi esse fascínio, acima de tudo, a maior influência para que eu escrevesse O Enigma da Lua. Eu não sei explicar o porquê desse meu interesse ao certo, mas creio que a fantasia me encanta pela possibilidade de vivenciar mundos diferentes, de se cercar de magia e do fantástico.
      
      Suponho que para todo escritor aspirante exista um sonho, agora que alcançado, julgo eu, com seus livros, vê correspondida a expectativa que tinha antes de atingir esse patamar?
Sabe qual foi a melhor coisa que eu ganhei lançando meus livros? As pessoas. As pessoas que conheci. Os leitores, as pessoas que atrai com alguns de meus escritos foram poucos, na verdade, mas a experiência de ter tido contato com esse pessoal foi incrível. Publiquei de forma independente, sem traçar um plano ou coisa assim, sem me organizar... então, creio que tive um resultado muito bacana. As expectativas que a gente tem quando escreve e deseja alcançar um público maior sempre são, no início, mais mirabolantes. Mas agradeço muito por ter contado com o apoio de pessoas que me fizeram enxergar as coisas como elas são e fizeram e me fazem evoluir a cada dia, seja com dicas, críticas ou apoio incondicional.  
      
      Que autores e outros livros nos pode indicar para uma boa leitura? 
Bem, no caso de autores consagrados sempre faço uma indicação quase desnecessária: leia Tolkien, claro. Também indico ardentemente “A História sem Fim”, de Michael Ende, livro fantástico e imprescindível para quem ama fantasia e ama criar. Mas gostaria de indicar escritores nacionais (brasileiros) muito bons que conheci em minha caminhada e indico sem medo: Jacó Galtran (ou Charles Willian Kruger), Gisele Bizarra, Ana Lúcia Merege, Karen Alvares e Melissa de Sá. Todos lidam com fantasia (mas não só) e escrevem muito bem. Acredito que vocês devem ficar de olho grudado nesse pessoal. Se esqueci de alguém, peço perdão adiantadamente.
      
      Que conselho pode dar a outros que queiram um dia ver algo seu divulgado ao público? 
Escrevam. Escrevam aquilo de que gostam e procurem sempre melhorar, SEMPRE! Para tanto, leiam muito e busquem o conselho de pessoas com mais experiência. Esse último é algo óbvio e que funciona em muitas outras ocasiões, mas é pura verdade. Não se preocupem em serem originais, serem perfeitos e bombásticos. Com treino e amor pelo que a gente faz, com paciência e dedicação, acho que tudo se ajeita. E não tenha medo de botar a cara a tapa! Muitas vezes é só assim que a gente aprende.
      
      O que podemos esperar de Liége Báccaro Toledo para o futuro?
Podem esperar novas histórias – estou preparando um romance em um cenário “desértico”, com influências da cultura árabe e persa que está me empolgando bastante. Também estou escrevendo o último livro da série “O Enigma da Lua”, que se chamará “O Despertar de Kathul”. Em breve sai um conto meu pela Editora Andross, na antologia “Horas Sombrias”. Enfim, eu espero poder sempre trazer boas histórias para quem gosta daquilo que eu escrevo – por enquanto são poucos, hehehe – e creio que jamais pararei de inventar e criar. Nasci assim e ainda não achei o botão de “desliga”.








quinta-feira, 1 de maio de 2014

O Vale da Foice (Terra Antiga)

Bem embrenhado na Terra Antiga existe um lugar, que, conseguiu o seu nome quando das montanhas o seu desenho lembrava o formato de uma foice.
Esta era uma terra de gente simples com costumes simples. Alguns erroneamente diriam ser uma terra de pouca importância. Viviam da agricultura e eram privilegiados, pois, não tinham nenhum senhor para pagar um feudo. O que era deles era só deles, uma raridade, especialmente nos reinos dos homens.
No vale havia três povoações, três aldeias, sendo a maior a de Tite, mais a norte. Lá, ainda existia os vestígios de um pequeno forte, lembrança de tempos menos tranquilos.
A oeste havia montanhas que o separava da Planície dos Lobos, as terras bárbaras, e para Leste, a Cordilheira Negra onde as raças da semente do mal viviam hoje confinadas sob a sempre vigilante ordem de El, o orgulhoso exército.
O Vale Da Foice fez em tempos parte dum grandioso reino dos homens, Eltior. Isolada, rodeada de montanhas, a terra ganhou a sua independência com o tinir de espadas, mas isso não desfez o abraço de irmandade com os Eltorianos nas gerações vindouras. A honra e compromisso dessa ligação trará grande mágoa ao vale e despoletará os eventos para a sétima Era. 
Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A historia do país de Westeros

Um video muito apetecível para fãs de fantasia



Tropecei num magnifico video que nos relata a historia do muito popular reino de fantasia da actualidade, que é, Westeros. 
Para os fãs dos livros é uma oportunidade de ver brotar aquilo que só a imaginação vos desenhou. Talvez até consigam agarrar pormenores que escaparam.
Para os fãs do show, é uma oportunidade de aprofundarem sobre a cosmologia de um mundo com bem mais para oferecer do que só o agora.
Quem eram os deuses antigos? Vejam que papel desempenhou Aegon Targaryen e suas irmãs na unificação dos sete reinos. Qual era o nome dos dragões que montavam. O porquê das diferentes culturas. Revivam a guerra contra o Rei Louco.
Um mundo muito abundante em detalhe.


Nota: O video é relatado por alguns dos actores do show, mostrando diferentes pontos de vista dos mesmos acontecimentos 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Moria

Um dos reinos da Terra Média. Conhecida também por Khazad Dûm (caverna dos anões).
Um labirinto de túneis e câmaras. Um prodígio arquitetónico conseguido pelos anões que cavaram o seu palácio por debaixo das montanhas nebulosas.
Este foi um reino fundado por Durin. Seus habitantes foram os antepassados do reino de Erebor, montanha que abrigou o Dragão Smaug por um tempo.
Khazad Dûm expandiu-se tanto, que acabaram desenterrando o produto da sua própria destruição, um antigo demónio, um Balrog.
Em ruina Moria tornou-se num ninho infestado por goblins e um tumulo para anões.
Foram precisos séculos para Moria voltar a resplandecer alguma da sua antiga glória e ver anões recuperarem algumas das suas riquezas. 



sábado, 30 de novembro de 2013

Westeros

Bem vindos a Westeros.
O mundo saído do imaginário de George R. R. Martin.
Um mundo que muitos põem na balança e dizem ser melhor que a obra-prima de Tolkien a Terra Média (Senhor dos Aneis). A luta entre o bem e o mal não é tão linear. Seus habitantes tomam decisões questionáveis frequentemente, apoiadas e divididas entre a sua lealdade para o reino, a honra da família e o seu interesse pessoal.
Existe magia nesse mundo, mas é uma magia subtil que até muitos entre o seu povo não acreditam existir.

Westeros outrora sete reinos independentes, é agora um único reino unificado. Uma terra difícil de viver, os perigos estão em todo o lado e muitas vezes disfarçados por detrás de um sorriso. 


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Neverland

“A segunda estrela à direita e então direto, até amanhecer”, existe um mundo que não se pode ignorar quando se fala em magia e fantasia, de seu nome Terra do Nunca.



Com diferentes significados para as diferentes gerações, Peter Pan é talvez a historia que mais diz a todas a idades. O não querer crescer quando crianças e a nostalgia depois de adultos. Agora que estou na segunda faze, faz cada vez mais sentido a frase: “só se é jovem uma vez, mas pode-se ser imaturo sempre”. É a recusa de nos rendermos à sisudez que é a vida.
Hook retrata mesmo isso. Mostra-nos a resposta para a pergunta, “E se Peter Pan tivesse crescido?”. Por não ser exatamente a história original, é que explora ainda mais o significado a diferentes idades.
Quando vi Hook no ano que saiu, tornou-se imediatamente um dos meus filmes preferidos. Hook tem assinatura do brilhante Steven Spielberg.
Enredo: Peter Pan a criança que se recusava a crescer, cresceu mesmo e agora precisa voltar à Terra do Nunca para mais uma aventura, desta vez para salvar os seus filhos.


sábado, 5 de outubro de 2013

Alice no País das Maravilhas (Tim Burton)

Para mim, o País das Maravilhas não é só mais um mundo de fantasia… é o mundo de fantasia. O representante do imaginário.

Aquilo que eu gosto nesta adaptação de Tim Burton é que retrata o País das maravilhas como sendo sombrio (tal como o imagino), o que lhe dá um toque de verdadeiro. Só por ser mais sombrio não quer dizer que não seja compatível com crianças, bem pelo contrário. Quando era novo adorei The Never Ending story e o filme não era propriamente “bonitinho”.