A realidade restringe-nos a uma vida de obrigações, tarefas diárias de uma rotina incessante. A imaginação liberta-me, são pensamentos mudos. Dentro da minha cabeça eu vivo uma vida muito mais interessante. Tomo facilmente o papel de herói, meço forças com dragões, oiço o canto das sereias, percorro grandes distâncias, pego no meu sabre de luz e vejo outros mundos... sou jovem para sempre.
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sábado, 19 de dezembro de 2015
O dia chegou - Star Wars The Force Awakens (ponte para outro blogue)
Quando vi o filme, tudo o que queria era falar sobre ele, e claro, com um blogue, tinha o veículo para despejar a minha emoção. O pensamento-indescoberto foi a minha apresentação à blogosfera, agora quis criar algo mais à minha imagem, com posts não muito diferentes dos já aqui: Geek Azores (comics, cinema, tv).
Clique também na imagem para ver a minha opinião sobre o filme.
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domingo, 29 de novembro de 2015
Warcraft, será bom?
Desculpem andar desaparecido, deixei passar a euforia de Star Wars (e sou um fanboy), o comentário sobre Deapool, entre muito mais, mas a vida tem sido algo caótica. Agora voltei, e com sentido critico. Vou dar a minha opinião sobre Warcraft, opinião essa que será baseada inteiramente no trailer #1. Deixem-me, no entanto, dizer que já joguei o jogo (talvez não tanto como algumas pessoas), e que gosto do mundo de fantasia, que é rico.
Vamos a isto, então:
Warcraft, será bom? Bem, julgando só pelo trailer: acho que não - infelizmente. O trailer faz lembrar o Hobbit (que não sou fã). O Hobbit , ao contrario de Lord Of The Rings apostou fortemente no CGI (efeitos gerados a computador), criou um mundo pouco realista, e infelizmente parece que esse é o caminho que Warcraft está a tomar. Bem sei que para criar aquele mundo não existe grande alternativa ao CGI, mas o mundo não me convenceu como realista, e onde falha a produção, sem um bom enredo e actuação, o filme pode falhar.
Esta é a minha opinião, espero estar errado.
Vamos a isto, então:
Warcraft, será bom? Bem, julgando só pelo trailer: acho que não - infelizmente. O trailer faz lembrar o Hobbit (que não sou fã). O Hobbit , ao contrario de Lord Of The Rings apostou fortemente no CGI (efeitos gerados a computador), criou um mundo pouco realista, e infelizmente parece que esse é o caminho que Warcraft está a tomar. Bem sei que para criar aquele mundo não existe grande alternativa ao CGI, mas o mundo não me convenceu como realista, e onde falha a produção, sem um bom enredo e actuação, o filme pode falhar.
Esta é a minha opinião, espero estar errado.
domingo, 2 de agosto de 2015
Geek: Quais três filmes estou mais entusiasmado por ver?
Porque é, então, tão bom ser geek neste momento? Já o tem
vindo a ser, desde ao algum tempo, pela responsabilidade do universo
cinematográfico da Marvel, mas agora, nós vamos ter a DC Comics à mistura e
Star Wars estará de volta ainda este ano. Existem três filmes que, depois de os
ver, se eu morresse, morreria feliz:
2) Batman V Superman Dawn of Justice
3)
Suicide
Squad.
À medida que ficamos maduros tornam-mos mais críticos para
com o cinema, é difícil ver a magia - ou os filmes simplesmente já não são o
que eram. Deixem-me dizer-vos: eu já não ficava assim tão entusiasmado por estreias
à bastante tempo, e logo por três, cada um com a sua razão especial.

Star Wars é a minha franquia preferida, eu via os filmes (a
trilogia original) de seis em seis meses, eu tenho uma página de administro no
facebook chamada Fans of Star Wars. Mais que geek, eu sou um fanboy de Star
Wars. Com o elenco antigo, este vai mesmo tocar na nostalgia.
Batman V Superman, dois colossos dos comics no mesmo filme.
Nunca, nem mesmo depois do que conseguiram nos Avengers da Marvel, eu
pensava
que fosse possível fazer um filme sobre os dois; é incrível. Eu sou um grande
fã de Batman e estou ansioso por este filme.
Suicide Squad, duas razões: novo Joker, e finalmente, Harley
Quinn. Ainda fico arrepiado de ver o trailer, que, com tão pouco tempo de
filmagem, conseguiram fazer.
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domingo, 12 de julho de 2015
Jurassic World: o que representa perante Jurassic Park? - Sentido Critico
Jurassic World oferece entretenimento, se bom
entretenimento: é ao gosto de cada um.
O filme é uma clara representação do que a indústria
cinematográfica se tornou, descrentes no produto que têm, adicionam volume para
tornar tudo mais vistoso. Para quê fazer uso de um bom enredo quando se pode
fazer uso de efeitos especiais gerados a computador? A indústria
cinematográfica põe de parte a base fundamental de todo bom filme: um bom
enredo, personagens que criam empatia, momentos memoráveis.
Jurassic Park (o original) tornou-se uma lenda com o uso do
suspense e fascínio. O Jurassic World é, na sua maior parte, compactado de ação
com grande desconsideração por qualquer outro elemento.
No filme, os responsáveis pelo parque, descrentes na
admiração das pessoas por dinossauros (que nunca é explorada), criam uma
espécie nova; um monstro. E é aí que o filme toma contornos completamente
diferentes dos seus predecessores.
Pequenos Spoilers:
Buracos no enredo: a inteligência do novo “dinossauro” só
porque servia melhor a fluidez do filme. As crianças terem experiência mecânica
quando mais convinha. Um diálogo sobre um possível divorcio, só para encher
tempo e que em nada serviu para a historia principal. O problema de Jurassic
World não é ausência de enredo, é um enredo convoluto, diz muito quando não
precisa e nada diz quando devia.
Curiosidades: Uma mulher a correr em saltos altos durante o
filme todo (pois). Uma equipa atrás de um predador de 12m com varinhas de
choque e uma rede para o abocanhar (totalmente credível). Um dinossauro sabe o
que é um implante de localização.
PS: Um final tipo Godzila (let them fight)
NOTA: 5/10
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
10 razões para a trilogia “The hobbit” não ser boa
Primeiro que tudo, esta é a minha visão pessoal sobre os filmes. Se por acaso,
não concordar comigo ou tenha gostado da trilogia não há problema, eu também
tinha adorado sentir o mesmo, fui um dos que salivou na expectativa de voltar à
Terra Média. O facto de, não haver sempre ideias concordantes torna certos temas
extremamente interessantes de discutir. Sou fã de Tolkien e da trilogia cinematográfica
do Senhor dos Aneis, acredito que esse tenha sido a base para o meu reprovar
desta trilogia. Algumas pessoas argumentam que se não houvesse o Senhor dos
Anéis, eu e outras pessoas, não acharíamos o Hobbit mau, felizmente vivemos num mundo onde existe, de facto, o
Senhor dos Anéis, e a comparação é inevitável, visto fazerem parte do mesmo
mundo. Sendo assim, vamos a isso:
Razão numero 1 – Ambas trilogias, Senhor dos Anéis e Hobbit,
fazem parte do mesmo mundo e têm o mesmo realizador no entanto, esteticamente,
não parecem nada uma a outra. Uma aprimora o realismo sujo, ferrugento e
lamacento, ou outro põe uma lente limpa por cima de tudo, não existe coerência.
Razão numero 2 – O hobbit é uma trilogia feita a partir de
um livro de duzentas e poucas páginas, mais pequeno que qualquer um dos livros
do Senhor dos Anéis (onde tivemos um filme para cada livro), tornou a historia diluída
em alguns aspectos e noutros foram acrescentadas bastantes coisas que nem
estavam no livro, que não adicionaram nada de melhor.
Razão numero 3 – Acção que peca pelo irrealismo exagerado,
onde Legolas encabeça essa fórmula,
existe uma certa extensão de corda que atribuo
como verossímil até num filme de fantasia. Raramente é sentido que os heróis estejam
em algum perigo verdadeiro, não é criada empatia.
Razão numero 4 – Orcs em CGI (Imagens criadas a computador).
Os Orcs de Senhor dos anéis eram bem mais realistas que estas versões “atualizadas”.
Razão 5 – Smaug foi, de facto, uma das coisas boas que
emergiu da trilogia, um ótimo vilão. No entanto, esticar a sua longevidade para
o terceiro filme diminuiu a personagem importante . Tinha
sido bem melhor terminar o seu acto no segundo filme. Aliás, na Desolação de
Smaug já havia sido deixado bem claro como o dragão ia morrer, roubou o
segundo filme do seu climax.
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domingo, 7 de dezembro de 2014
As diferentes raças da Terra Antiga, povos livres.
A Terra Antiga é um mundo de fantasia recheado das suas
próprias raças e mitologia. Embora o livro: “Terra Antiga o Duelo” não seja
revolucionário, no sentido de apresentar uma área da fantasia que nunca foi
tocada, consegue espremer-se neste universo literário, altamente populoso, o seu espaço, introduzindo elementos e características originais.
Às raças então:
Ultorks – São na
sua mais simples descrição: meio homem meio urso. Pastores da maravilha (Terra
Antiga), tiveram os Falks como professores, por um breve momento. Racionais, embora propícios a perderem a sua racionalidade e sucumbirem à raiva.
Hunnies – Pequenos humanoides de olhos
amarelos, estão divididos em diferentes classes representados por cor: Verdes, (ligados à natureza, fieis aos ensinamentos dos Falks); Azuis (guerreiros e artesãos); Amarelos (dotados nas artes mágicas).
Falks: Os primogénitos, semelhantes
aos humanos, mas com asas. Com a mesma graça dos Oito, as divindades
(imortalidade e magia). Jardineiros da maravilha (Terra Antiga).
Shulkos: Senhores de armas, o povo belígero.
Criados para acudir aos outros povos que não possuíam a arte de guerrear. No princípio
eram grandes humanoides corpulentos, depois, devido a um encantamento de Zamiel, tornaram-se pequenos - embora ainda robustos. Lema: "Viver pela espada e aceitar o
que esta nos dá." Quatro compromissos: coragem, honra, dever e glória.
Humanos: Destinados a forjar o destino
de todos. Forçados à mais curta esperança de vida de todas as raças; susceptíveis a semente do mal. Divididos por vários reinos.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Clips do "Hobbit the batlle of the five armies", nova maneira de marketing
Com o trailer muito em cima da data de lançamento, é-nos dado clips do filme, invés de outros trailers que só se iriam se tropeçar no youtube.
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terça-feira, 25 de novembro de 2014
O mundo precisa mesmo de mais um Jurassic Park?
Sim, se bem feito...
Eu digo isso porque as suas sequelas (principalmente a ultima), atiraram na lama o entusiasmo para qualquer continuação. No entanto, existe esperança...
Jurassic Park é que começou esta revolução cinematográfica da era do CGI, nunca até então se tinha visto efeitos especiais tão bons como naquele primeiro filme do franchise. Engane-se quem pensar que tudo se resume ao espectáculo visual, é preciso uma boa historia para servir de alicerce ao que se espera que seja uma delicia para os olhos.
Sinopse: O sonho de John Hammond concretizou-se e finalmente temos a ilha como um parque totalmente funcional a receber milhares de turistas diários.
Nota: Nota mais para o casting de Chris Pratt ( Guardians of the Galaxy) para o papel principal. ~
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quarta-feira, 19 de novembro de 2014
E a Disney está de volta, ou nunca nos abandonou, nem que seja para repetir o já feito, "Cinderella"
A sério, até aprecio este
lançamento, há sempre algo de mágico quando tem carimbo da Disney. Também
aprecio que se mantenham fieis ao que já se conhece, invés de avilanar ou
vitimizar personagens que nos mudam a perspetiva do que nos fez gostar dos primeiros
lançamentos, (nem que só para pôr-nos a pensar uns momentos e depois
descartarmos todo o novo que foi tentado implementar.)
Sinopse: O recontar em ação real, de como uma rapariga ganha o coração de um príncipe.
Nota: Sinal mais para o casting, Cate
Blanchett como madrasta e Richard Madden (Game of Thrones) como príncipe.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Momentos ladrões da nossa atenção, "World of WarCraft"
Encontrei isto num pergaminho do meus irmão de armas Odin e fiquei rendido ao seu visual. É isto que me inspira a escrever sobre fantasia, momentos ladrões da nossa atenção.
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terça-feira, 22 de julho de 2014
O dia de lançamento do meu livro, "Terra Antiga o Duelo"
E assim, passou o dia tão aguardado. Muito brevemente o livro será distribuído por livrarias espalhadas por
todo o país e até em formato ebook para todo o mundo.
Tenho a agradecer todos aqueles que tornaram este dia
possível, e que, de certa forma, até o fizeram superar as minhas expectativas. Não estou habituado a realizar sonhos, e vivê-lo, tem sido
uma experiência surreal.
Sou um filho único e cresci com poucos amigos. Sempre usei muito a minha imaginação, criava enredos para as minhas brincadeiras e acho que a escrita é uma continuação disso. É sonhar depois de adulto. Gosto da escrita, não pela escrita em si, mas porque oferece-me um escape. É uma necessidade para me abstrair do mundo, é diferente de tudo. Ao contrário de ver um filme ou de ler um livro, eu quando escrevo, estou no meio daquelas aventuras, vivo aquilo que escrevo, sinto o ar, interajo com os personagens, vejo as paisagens que descrevo, estou presente.
Sou um filho único e cresci com poucos amigos. Sempre usei muito a minha imaginação, criava enredos para as minhas brincadeiras e acho que a escrita é uma continuação disso. É sonhar depois de adulto. Gosto da escrita, não pela escrita em si, mas porque oferece-me um escape. É uma necessidade para me abstrair do mundo, é diferente de tudo. Ao contrário de ver um filme ou de ler um livro, eu quando escrevo, estou no meio daquelas aventuras, vivo aquilo que escrevo, sinto o ar, interajo com os personagens, vejo as paisagens que descrevo, estou presente.
Porquê fantasia? Porque não importa o quão pequenos sejamos
na realidade, na fantasia podemos ser enormes. É um género literário que já existe à muito
tempo, desde as mitologias, a "Odisseia", a "Ilíada", e depois com obras como, "Beowulf",
a lenda do rei Artur, etc. A fantasia ficou muito popular na primeira metade do
séc. XX com o, "Hobbit" e o, "Senhor dos Anéis" de Tolkien, e mais tarde com as
Cronicas de Nárnia de C.S. Lewis. Atualmente temos, "Games of Thrones", baseado
nos livros, "As Crónicas de Gelo e Fogo" de George Martin. Em suma, escrevi sobre aquilo
que gosto.
A Terra Antiga, é um mundo onde existe uma luta acesa pelo
poder. Embora existam algumas semelhanças dentro do mesmo género com outras
obras, é um mundo inteiramente criado de raiz por mim, onde, a cosmologia, as
raças e até a magia obedece a regras criadas por mim.
Agora, desejo aos leitores, a mesma alegria que eu tive quando escrevi-o.
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terça-feira, 1 de julho de 2014
Liége Báccaro Toledo, autora do Enigma da Lua
Para se escrever ficção Fantástica
é preciso nunca se ter deixado de ser criança
Desde que criei o Blogue que tenho tido a felicidade de
encontrar pessoas com as quais me identifico. Gente que gosta de criar e fá-lo
com paixão. Gente que ainda se lembra de como era ver o mundo quando criança.
Uma dessas pessoas é Liége Báccaro Toledo, autora dos
livros, “O Enigma Da Lua”, e não só.
O que salta logo à vista ao falar com Liége é a sua simpatia
e fluidez na escrita.
Já lhe tinha dito isto, a Fantasia precisa de mais mulheres.
Liége oferece uma abordagem diferente a temas já muito batidos, é
refrescante.
Eis algumas perguntas às quais foi atenciosa o suficiente em
responder:
Fale-nos
um pouco sobre si. O que gosta, os seus hobbies, guie-nos por um dia da sua
vida.
Bom, eu
sou uma pessoa bem “comum”, creio eu, mas tenho minhas particularidades como
todo mundo. Sou professora de ensino fundamental e leciono a matéria de produção
textual. È bem desafiador. De modo geral, sou muito caseira, gosto de passar
tempo com as pessoas que eu amo fazendo coisas simples, mas sou uma amante
apaixonada de cinema, literatura e música! Desde muito pequena gosto de ouvir e
contar histórias. Sempre fui aquela criança que conseguia passar horas no mundo
da lua, imaginando coisas, enredos, personagens. Fazia isso com meus
brinquedos, inventava aventuras para eles, e isso me acompanha até hoje: só
troquei os brinquedos pelos personagens que habitam minha cabeça. Quanto aos
meus hobbies, sou uma jogadora inveterada de RPG (na maioria das vezes Dungeons
and Dragons) e amo, amo escrever (o que é óbvio, hehehe!), ler e escutar música
(e comer chocolate).
É
a autora dos livros de fantasia, “O Enigma da Lua”. Para quem ainda não
conhece, fale-nos um pouco desse seu mundo.
O
Enigma da Lua é uma série muito especial para mim. Ela se passa em Edrim, um
mundo de alta fantasia que eu comecei a criar quando tinha quinze anos. Naquela
época, eu havia acabado de começar a jogar RPG e tinha assistido o primeiro
filme da trilogia O Senhor dos Anéis. Estava completamente apaixonada pelo
mundo de Tolkien (eu já havia lido os livros) e também pelo jogo que meus
amigos haviam me apresentado. A partir daí, decidi criar algo misturando as
duas coisas, com todos os elementos que me encantavam: florestas, castelos,
elfos, magia, um mundo medieval fantástico... em um primeiro momento, eu
assimilei muitas coisas e criei poucas, confesso! Mas, com o tempo, fui amadurecendo
e o mundo e a história também. O que mais proporcionou esse amadurecimento
foram os próprios personagens, que praticamente cresceram comigo. Eles
trouxeram cor e vida à Edrim e permitiram a criação de uma das coisas que os
meus (poucos, mas muito queridos) leitores costumam mais gostar na ambientação:
a mitologia do mundo e do universo em si e os traços de romance que costumam
agradar quem procura uma história com um pouco de ação, aventura, mas também
com coração.
De onde surgiu a inspiração para escrever esse projeto? O que a
influenciou? Porquê o género Fantasia?
De
muitos lugares... de tudo aquilo que me encantava quando eu era criança, da
narrativa de Tolkien, dos animes e mangás japoneses e até mesmo da música!
Lembro que um dos conflitos chave da história de O Enigma da Lua surgiu quando
eu escutei a música Moonlight Shadow do Mike Oldfield e da Maggie Reilly. Mas
eu sempre fui fascinada por fantasia, desde muito pequena, e acho que foi esse
fascínio, acima de tudo, a maior influência para que eu escrevesse O Enigma da
Lua. Eu não sei explicar o porquê desse meu interesse ao certo, mas creio que a
fantasia me encanta pela possibilidade de vivenciar mundos diferentes, de se
cercar de magia e do fantástico.
Suponho
que para todo escritor aspirante exista um sonho, agora que alcançado, julgo
eu, com seus livros, vê correspondida a expectativa que tinha antes de atingir
esse patamar?
Sabe
qual foi a melhor coisa que eu ganhei lançando meus livros? As pessoas. As
pessoas que conheci. Os leitores, as pessoas que atrai com alguns de meus
escritos foram poucos, na verdade, mas a experiência de ter tido contato com
esse pessoal foi incrível. Publiquei de forma independente, sem traçar um plano
ou coisa assim, sem me organizar... então, creio que tive um resultado muito
bacana. As expectativas que a gente tem quando escreve e deseja alcançar um
público maior sempre são, no início, mais mirabolantes. Mas agradeço muito por
ter contado com o apoio de pessoas que me fizeram enxergar as coisas como elas
são e fizeram e me fazem evoluir a cada dia, seja com dicas, críticas ou apoio
incondicional.
Que
autores e outros livros nos pode indicar para uma boa leitura?
Bem, no
caso de autores consagrados sempre faço uma indicação quase desnecessária: leia
Tolkien, claro. Também indico ardentemente “A História sem Fim”, de Michael
Ende, livro fantástico e imprescindível para quem ama fantasia e ama criar. Mas
gostaria de indicar escritores nacionais (brasileiros) muito bons que conheci em
minha caminhada e indico sem medo: Jacó Galtran (ou Charles Willian Kruger),
Gisele Bizarra, Ana Lúcia Merege, Karen Alvares e Melissa de Sá. Todos lidam
com fantasia (mas não só) e escrevem muito bem. Acredito que vocês devem ficar
de olho grudado nesse pessoal. Se esqueci de alguém, peço perdão
adiantadamente.
Que conselho pode dar a outros que queiram um dia ver algo
seu divulgado ao público?
Escrevam.
Escrevam aquilo de que gostam e procurem sempre melhorar, SEMPRE! Para tanto,
leiam muito e busquem o conselho de pessoas com mais experiência. Esse último é
algo óbvio e que funciona em muitas outras ocasiões, mas é pura verdade. Não se
preocupem em serem originais, serem perfeitos e bombásticos. Com treino e amor
pelo que a gente faz, com paciência e dedicação, acho que tudo se ajeita. E não
tenha medo de botar a cara a tapa! Muitas vezes é só assim que a gente aprende.
O que podemos esperar de Liége Báccaro Toledo para o
futuro?
Podem
esperar novas histórias – estou preparando um romance em um cenário
“desértico”, com influências da cultura árabe e persa que está me empolgando
bastante. Também estou escrevendo o último livro da série “O Enigma da Lua”,
que se chamará “O Despertar de Kathul”. Em breve sai um conto meu pela Editora
Andross, na antologia “Horas Sombrias”. Enfim, eu espero poder sempre trazer
boas histórias para quem gosta daquilo que eu escrevo – por enquanto são
poucos, hehehe – e creio que jamais pararei de inventar e criar. Nasci assim e
ainda não achei o botão de “desliga”.
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
O Vale da Foice (Terra Antiga)
Bem embrenhado na Terra Antiga existe um lugar, que, conseguiu
o seu nome quando das montanhas o seu desenho lembrava o formato de uma foice.
Esta era uma terra de gente simples com costumes simples. Alguns
erroneamente diriam ser uma terra de pouca importância. Viviam da agricultura e
eram privilegiados, pois, não tinham nenhum senhor para pagar um feudo. O que
era deles era só deles, uma raridade, especialmente nos reinos dos homens.
No vale havia três povoações, três aldeias, sendo a maior a
de Tite, mais a norte. Lá, ainda existia os vestígios de um pequeno forte,
lembrança de tempos menos tranquilos.
A oeste havia montanhas que o separava da Planície dos
Lobos, as terras bárbaras, e para Leste, a Cordilheira Negra onde as raças da
semente do mal viviam hoje confinadas sob a sempre vigilante ordem de El, o orgulhoso
exército.
O Vale Da Foice fez em tempos parte dum grandioso reino dos homens, Eltior. Isolada, rodeada de montanhas, a terra ganhou a sua independência
com o tinir de espadas, mas isso não desfez o abraço de irmandade com os Eltorianos nas gerações vindouras. A honra e compromisso dessa ligação trará grande mágoa ao vale e
despoletará os eventos para a sétima Era.

Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
A historia do país de Westeros
Um video muito apetecível para fãs de fantasia
Tropecei num magnifico video que nos relata a historia do muito popular reino de fantasia da actualidade, que é, Westeros.
Para os fãs dos livros é uma oportunidade de ver brotar aquilo que só a imaginação vos desenhou. Talvez até consigam agarrar pormenores que escaparam.
Para os fãs do show, é uma oportunidade de aprofundarem sobre a cosmologia de um mundo com bem mais para oferecer do que só o agora.
Quem eram os deuses antigos? Vejam que papel desempenhou Aegon Targaryen e suas irmãs na unificação dos sete reinos. Qual era o nome dos dragões que montavam. O porquê das diferentes culturas. Revivam a guerra contra o Rei Louco.
Um mundo muito abundante em detalhe.
Nota: O video é relatado por alguns dos actores do show, mostrando diferentes pontos de vista dos mesmos acontecimentos
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sábado, 7 de dezembro de 2013
Moria
Um dos reinos da Terra Média. Conhecida também por Khazad Dûm
(caverna dos anões).
Um labirinto de túneis e câmaras. Um
prodígio arquitetónico conseguido pelos anões que cavaram o seu palácio por
debaixo das montanhas nebulosas.
Este foi um reino fundado por Durin. Seus
habitantes foram os antepassados do reino de Erebor, montanha que abrigou o
Dragão Smaug por um tempo.
Khazad Dûm expandiu-se tanto, que acabaram desenterrando o produto
da sua própria destruição, um antigo demónio, um Balrog.
Em ruina Moria tornou-se num ninho infestado por goblins e um
tumulo para anões.
Foram precisos séculos para Moria voltar a resplandecer alguma da
sua antiga glória e ver anões recuperarem algumas das suas riquezas.
sábado, 30 de novembro de 2013
Westeros
Bem vindos a Westeros.
Um mundo que muitos põem na balança e dizem ser melhor que
a obra-prima de Tolkien a Terra Média (Senhor dos Aneis). A luta entre o bem e o mal não é tão linear. Seus habitantes tomam decisões questionáveis
frequentemente, apoiadas e divididas entre a sua lealdade para o reino, a honra da família e o seu interesse pessoal.
O mundo saído do imaginário de George R. R. Martin.
Um mundo que muitos põem na balança e dizem ser melhor que
a obra-prima de Tolkien a Terra Média (Senhor dos Aneis). A luta entre o bem e o mal não é tão linear. Seus habitantes tomam decisões questionáveis
frequentemente, apoiadas e divididas entre a sua lealdade para o reino, a honra da família e o seu interesse pessoal.
Existe magia nesse mundo, mas é uma magia subtil que até
muitos entre o seu povo não acreditam existir.
Westeros outrora sete reinos independentes, é agora um único reino
unificado. Uma terra difícil de viver, os perigos estão em todo o lado e muitas
vezes disfarçados por detrás de um sorriso.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Neverland
“A segunda estrela à direita e então direto, até amanhecer”, existe um mundo que não se pode ignorar quando se fala em magia e fantasia, de seu nome Terra do Nunca.
Com diferentes significados para as diferentes gerações, Peter Pan é talvez a historia que mais diz a todas a idades. O não querer crescer quando crianças e a nostalgia depois de adultos. Agora que estou na segunda faze, faz cada vez mais sentido a frase: “só se é jovem uma vez, mas pode-se ser imaturo sempre”. É a recusa de nos rendermos à sisudez que é a vida.
Hook retrata mesmo isso. Mostra-nos a resposta para a pergunta, “E se Peter Pan tivesse crescido?”. Por não ser exatamente a história original, é que explora ainda mais o significado a diferentes idades.
Quando vi Hook no ano que saiu, tornou-se imediatamente um dos meus filmes preferidos. Hook tem assinatura do brilhante Steven Spielberg.
Enredo: Peter Pan a criança que se recusava a crescer, cresceu mesmo e agora precisa voltar à Terra do Nunca para mais uma aventura, desta vez para salvar os seus filhos.
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sábado, 5 de outubro de 2013
Alice no País das Maravilhas (Tim Burton)
Para mim, o País das Maravilhas não é só mais um mundo de
fantasia… é o mundo de fantasia. O representante do imaginário.
Aquilo que eu gosto nesta adaptação de Tim Burton é que retrata
o País das maravilhas como sendo sombrio (tal como o imagino), o que lhe dá um toque
de verdadeiro. Só por ser mais sombrio não quer dizer que não seja compatível com
crianças, bem pelo contrário. Quando era novo adorei The Never Ending story e o
filme não era propriamente “bonitinho”.
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