sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Sinbad (animação)

Sinbad a lenda dos sete mares, tem de ser um dos meus filmes preferidos de animação. E como não poderia ser? Aventura e mitologia num pacote!
O filme faz-me lembrar a Odisseia de Homero, livro do qual tenho ótimas memórias de quando criança. Na odisseia, Ulisses é posto à prova pelos próprios deuses, depois de voltar da guerra de Troia e vive aventura após aventura antes de poder voltar a casa. Existe até um paralelismo entre o filme e o livro, quando Sinbad enfrenta o doce e mortal canto das sereias.
Michelle Pfeiffer está perfeita como a deusa do caos, com uma voz suave que esconde um mal desmedido por detrás da superfície. Muitos dos melhores vilões são assim, controlados até há erupção de emoções.

Enredo: Sinbad e sua tripulação enfrentam a deusa do Caos e seus monstros. 

domingo, 6 de outubro de 2013

Eterno navegante

Sentir muito neste mundo é sentir demais. Emoções que anulam emoções. É como sentir tudo e nada ao mesmo tempo.
Se pensamento não produtivo merece-se reconhecimento, o primeiro prémio seria meu. Penso demais porque meu corpo não me leva onde quero. Acelerado, vou e venho enquanto os outros não saem do lugar. Viajo no tempo, crio realidades onde outro eu vive diferentes histórias.
Saudades do que não vivi.

sábado, 5 de outubro de 2013

Alice no País das Maravilhas (Tim Burton)

Para mim, o País das Maravilhas não é só mais um mundo de fantasia… é o mundo de fantasia. O representante do imaginário.

Aquilo que eu gosto nesta adaptação de Tim Burton é que retrata o País das maravilhas como sendo sombrio (tal como o imagino), o que lhe dá um toque de verdadeiro. Só por ser mais sombrio não quer dizer que não seja compatível com crianças, bem pelo contrário. Quando era novo adorei The Never Ending story e o filme não era propriamente “bonitinho”.



sexta-feira, 4 de outubro de 2013

As Crónicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

Só conseguimos igualar a emoção de ver um filme pela primeira vez quando depois o partilhamos com alguém. É como se o conseguíssemos ver pelos olhos dessa pessoa.
Tive essa ótima experiencia agora, quando vi, “As Crónicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” com a minha filha.
Este filme é uma adaptação do livro de C.S. Lewis, amigo de Tolkien (autor do Senhor dos Anéis), os padrinhos da fantasia literária. Tudo o que veio a seguir parece circundar o que escreveram. O que algumas pessoas não sabem é que esta história é uma sequela de, "O sobrinho do mágico", onde conhecemos a origem do guarda-roupa e o papel que o professor teve em Nárnia quando jovem.
Neste filme conseguimos nos colocar no lugar daquelas crianças e viver como seria descobrir um mundo fantástico, especialmente na cena, onde Lucy (a mais nova das crianças) entra em Nárnia pela primeira vez. Faz lembrar, "Alice no país das maravilhas" quando entra na toca do coelho.
Enredo: Um grupo de crianças descobre uma passagem para um mundo fantástico onde terão um destino grandioso.