terça-feira, 10 de março de 2015

Joker Voltou - Cameron Monaghan

O riso de Mark Hamil, os maneirismos combinados de Heath Ledger e Jack Nicholson, e ainda, um toque pessoal. Cameron Monaghan captou na perfeição a essência do Joker: modelações de humor, uma gargalhada descontrolada e um diálogo tanto poético como perturbador.
As palmas das mãos sobre a mesa fizeram lembrar Heath Ledger quando interrogado na delegacia em “ The Dark Night”. O uso nada subtil das sobrancelhas espelhou-nos a atuação de Jack Nickolson em “Batman”, e o riso, imagem de marca, do consagrado Mark Hamill em “Batman the animated series”.
Quando crianças, é-nos ensinado que liberdade não é fazer aquilo que queremos. Mas todos sabemos que essa não é a independência total. The Joker é a pique da liberdade, quebra todas as correntes pré-concebidas. Condeno os seus atos claro, mas a liberdade absoluta é, na sua mais pura forma, a ausência de regras.  


Clip de Gotham episodio 16

Reações ao clip:

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

10 razões para a trilogia “The hobbit” não ser boa

Primeiro que tudo, esta é a minha visão pessoal sobre os filmes. Se por acaso, não concordar comigo ou tenha gostado da trilogia não há problema, eu também tinha adorado sentir o mesmo, fui um dos que salivou na expectativa de voltar à Terra Média. O facto de, não haver sempre ideias concordantes torna certos temas extremamente interessantes de discutir. Sou fã de Tolkien e da trilogia cinematográfica do Senhor dos Aneis, acredito que esse tenha sido a base para o meu reprovar desta trilogia. Algumas pessoas argumentam que se não houvesse o Senhor dos Anéis, eu e outras pessoas, não acharíamos o Hobbit mau, felizmente  vivemos num mundo onde existe, de facto, o Senhor dos Anéis, e a comparação é inevitável, visto fazerem parte do mesmo mundo. Sendo assim, vamos a isso:


Razão numero 1 – Ambas trilogias, Senhor dos Anéis e Hobbit, fazem parte do mesmo mundo e têm o mesmo realizador no entanto, esteticamente, não parecem nada uma a outra. Uma aprimora o realismo sujo, ferrugento e lamacento, ou outro põe uma lente limpa por cima de tudo, não existe coerência. 




Razão numero 2 – O hobbit é uma trilogia feita a partir de um livro de duzentas e poucas páginas, mais pequeno que qualquer um dos livros do Senhor dos Anéis (onde tivemos um filme para cada livro), tornou a historia diluída em alguns aspectos e noutros foram acrescentadas bastantes coisas que nem estavam no livro, que não adicionaram nada de melhor. 




Razão numero 3 – Acção que peca pelo irrealismo exagerado, onde Legolas encabeça essa fórmula,  existe uma certa extensão de corda que atribuo como verossímil até num filme de fantasia. Raramente é sentido que os heróis estejam em algum perigo verdadeiro, não é criada empatia.




Razão numero 4 – Orcs em CGI (Imagens criadas a computador). Os Orcs de Senhor dos anéis eram bem mais realistas que estas versões “atualizadas”. 




Razão 5 – Smaug foi, de facto, uma das coisas boas que emergiu da trilogia, um ótimo vilão. No entanto, esticar a sua longevidade para o terceiro filme diminuiu a personagem importante . Tinha sido bem melhor terminar o seu acto no segundo filme. Aliás, na Desolação de Smaug  já havia sido deixado bem claro como o dragão ia morrer, roubou o segundo filme do seu climax.




terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Um Quarteto sem o Fantástico

Estretou o trailer do Quarteto Fantástico. 
Logo à partida pergunto se Jonhy Storm e Sue Storm têm pais diferentes? Sim porque, se são irmãos deve ter havido ali algum enredo de novela. Pegar num personagem caucasiano de uma das equipas mais populares da BD e mudar-lhe de cor, é no mínimo... arrojado.
A Sonny fez asneira com o Amazing Spider-man 2 e agora a FOX está a tomar riscos desnecessários. O emblema da Marvel estampado no inicio mostra desespero, os direitos do Quarteto Fantástico já não lhes pertencem e a FOX parece estar só a tentar conseguir andar na onda lucrativa do universo cinematográfico da Marvel.

O trailer não desprende da âncora de mediocridade, que, o rumor de Dr Doom ser um blogger o prendeu.




terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Armas da Fantasia, práticas?

São as armas da fantasia com todos os seus ornamentos de facto práticas para o combate? Quer dizer, lâminas rudes para os disformes Orcs, espadas com caveiras nos pomos, machados com dentes, gumes gigantescos, etc. Podem essas armas ser de facto úteis em combate real? Bem, encontrei diversos vídeos que exploraram fraquezas e pontos fortes de algumas das armas mais populares dos jogos, filmes, livros e animação. Nesta lista de reprodução são tidos em conta aspectos como peso, desenho, comprimento, entre muitos outros, a física por detrás.

Conheçam então melhor as vossas armas preferidas:

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

As diferentes raças da Terra Antiga, semente do mal.

A semente do mal foi introduzida na Terra Antiga na terceira Era, desde então seus rebentos alastraram:



Pignoths - Seres que, na sua mais pura forma, podem ser descritos como metade homem, metade javali. São poucos socáveis, bastante violentos entre si, em especial com outras raças.

Walmandes - Ao contrário dos Pignoths, os Walmandes são bastantes sociaveis no seu seio, vivendo em grandes grupos. São criaturas aladas, frágeis, de pele esverdeada, sem cordas vocais. Inimigos notáveis para os Falks, com quem partilham os céus.

Wardes - Foram Shulkos, que depois da maldição do deus Zamiel, preferiram ver aprisionados seus espíritos em troca de manter seus corpos gigantes, condenando a sua existência à escravatura.

Yrens - A raça ao serviço de Zamiel. Reuniam toda a sua maldade, crueldade e desejo de subjugar a vida. Por cada "morte" que não fosse por decapitação, nascia outro para servir as hostes do deus banido; criados à imagem do seu filho do meio, Badroth, arauto dos seus exércitos.

Maliocos - A raça das trevas: Criaturas grotescas, de várias formas e tamanhos, criadas por Meladine, o primeiro ser, quando este introduziu o mal na Terra Antiga. Uns eram providos de grande inteligência, outros de força bruta. Guiados pela essência do Vazio e empurrados a destruir o Tudo.

Humanos (Bárbaros) - A prova de que os Humanos são susceptíveis à semente do mal. Descendestes daqueles que, no passado, decidiram juntar forças com Zamiel. Nem bons nem maus, lutam pelos seus interesses. Sem governo central, regem-se pela força.





Nota: Esta não foi  arte criada propositadamente para a Terra Antiga, é no entanto aquela que mais se aproxima da visão que tenho deste mundo de fantasia.