sábado, 30 de novembro de 2013

Westeros

Bem vindos a Westeros.
O mundo saído do imaginário de George R. R. Martin.
Um mundo que muitos põem na balança e dizem ser melhor que a obra-prima de Tolkien a Terra Média (Senhor dos Aneis). A luta entre o bem e o mal não é tão linear. Seus habitantes tomam decisões questionáveis frequentemente, apoiadas e divididas entre a sua lealdade para o reino, a honra da família e o seu interesse pessoal.
Existe magia nesse mundo, mas é uma magia subtil que até muitos entre o seu povo não acreditam existir.

Westeros outrora sete reinos independentes, é agora um único reino unificado. Uma terra difícil de viver, os perigos estão em todo o lado e muitas vezes disfarçados por detrás de um sorriso. 


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Hercules The Legend Begins

Preparem-se para voltar à Grécia antiga, mais propriamente à sua mitologia.
Lutaremos ombro a ombro com um dos heróis mais conhecidos de sempre, o semideus Hercules.
A mitologia grega é na minha opinião a maior fonte de inspiração para a fantasia, tão rica que é em criaturas e histórias cheias de maravilha.

Enredo: Quando um príncipe descobre a sua verdadeira identidade tem de escolher entre virar as costas ou abraçar ao seu destino de livrar o reino de um tirano.

(Estreia em  janeiro de 2014 nos EUA)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Vikings a série

Ainda sem data certa marcada para a segunda temporada, Vikings prometem voltar para 2014.
A série apesar de ser para todos, é de certeza ótima para quem gosta de história. Os detalhes para a realidade são impressionantes, desde tradições, religião, modos e lutas.
Esta é uma série que nos tira do conforto do nosso lar para os frios mares nórdicos e para o calor da batalha. 

Eis um pequeno clip/trailer da próxima temporada: 


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Comics a Nona Arte

Desapreciados como literatura e desapreciados como arte-visual. Injustamente a meu ver. Um bom comic consegue nos abstrair da realidade tão bem como qualquer bom livro ou filme.
Um bom comic tem de ter uma boa história complementada com ótimas imagens. Consegue fazer saltar emoção do papel.
Sem os comics desapareceria por exemplo um Homem Aranha da nossa cultura popular e com ele frases como: “Com grande poder vem grande responsabilidade”, empobrecendo a nossa mente.
Os comics são uma fonte de inspiração para a sétima arte (cinema) e muitas vezes um meio para florescer novos ramos de uma franshise como Star wars
Desafio alguém a ficar imune á qualidade destas imagens e não chamar isto arte, do comic, “Purga: Espada oculta”.
Enredo: Darth Vader é enviado para proteger uma fábrica importante para a construção de veículos imperiais. Enquanto luta com os nativos presente existir mais por detrás dos ataques. 


sábado, 23 de novembro de 2013

Estimulo para a vida

A busca da felicidade é o que nos impulsiona, mas essa é uma viagem cheia de obstáculos esmagadores.



quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O Reino Gélido

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Era uma sala do trono gélida de um frio quase insuportável.
Vinte e quatro homens permaneciam imóveis, só a névoa de cada exalação dava indício de ainda estarem vivos. Vinte e quatro nobres, alguns de berço, outros através das suas proezas, todos valorosos. Heróis dos vários recantos do reino.
A sala era ampla e circular com uma cúpula sustida por dez pilares altos, que deixava passar uma ténue luz azul. As paredes foram sendo gravadas por artesãos ao longo da linhagem real, com feitos heróicos, batalhas triunfantes, criaturas fabulosas, sigilos e até de histórias de amor. Não existia um único espaço a preencher. A Úrsula a rainha atual coube o trono talhado de uma única pedra, sitio onde permanecia agora sentada e estática. Ali a roda do tempo parou, houve uma rotura no reino e este congelou.
Vinte e quatro notáveis para escolher como rei e uma alma que não devia estar ali, um servo... ela escolheu-o a ele. Não era suposto ser visto através de tanto músculo e armadura cintilante, mas ela escolheu-o. Ela viu-o a ele, de zé-ninguém a homem e ele viu-a a ela, de rainha a mulher.
Úrsula era de uma beleza inigualável que nem mesmo os vícios incutidos pelo frio, como a pele esbranquiçada, os lábios roxos ou o cabelo húmido conseguiam disfarçar.
O reino precisava de uma união forte sob pena desta mesma maldição. O sentimento de Ursula deu ao servo um poder que não soube controlar, corrompeu-o.
Um vulto negro movia-se devagar por entre aquelas figuras tão nobres. Uma criatura que não pertencia nem a este nem ao outro mundo. A rainha levanta-se, atraída ao seu chamamento e degrau após degrau foi ao seu encontro. Era sempre assim, dia após dia e o ritual demorava apenas alguns minutos. No sopé do trono entregava-se e ambos eram consumidos.
O seu era um amor egoísta, tinham consciência disso, mas tinham-se tornado visíveis nem que fosse só um para outro e pela primeira vez desde à muito tempo, eram eles mesmos. 


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Neverland

“A segunda estrela à direita e então direto, até amanhecer”, existe um mundo que não se pode ignorar quando se fala em magia e fantasia, de seu nome Terra do Nunca.



Com diferentes significados para as diferentes gerações, Peter Pan é talvez a historia que mais diz a todas a idades. O não querer crescer quando crianças e a nostalgia depois de adultos. Agora que estou na segunda faze, faz cada vez mais sentido a frase: “só se é jovem uma vez, mas pode-se ser imaturo sempre”. É a recusa de nos rendermos à sisudez que é a vida.
Hook retrata mesmo isso. Mostra-nos a resposta para a pergunta, “E se Peter Pan tivesse crescido?”. Por não ser exatamente a história original, é que explora ainda mais o significado a diferentes idades.
Quando vi Hook no ano que saiu, tornou-se imediatamente um dos meus filmes preferidos. Hook tem assinatura do brilhante Steven Spielberg.
Enredo: Peter Pan a criança que se recusava a crescer, cresceu mesmo e agora precisa voltar à Terra do Nunca para mais uma aventura, desta vez para salvar os seus filhos.


sábado, 16 de novembro de 2013

Devil inside

“O homem é menos autêntico quando fala na sua própria pele, mas se lhe dermos uma máscara ele dirá a verdade.”

O blog ainda que de certa forma uma máscara, não é espessa o suficiente para eu confiar não ser tendencioso sobre mim mesmo, daí deixar-me ver pelos olhos dela:
“Personalidade forte com tendência a sentimentos de culpa por querer, por sentir, por desejar.
Revoltado por não conseguir, por não fazer, por não ser...
Exigente ao ponto de achar que só (ele) tens defeitos graves, pensamentos… maus?
Um “ demónio” obrigado a usar asas brancas, quando a sua vontade é rasgar roupa gritar com todas as suas forças, cuspir o fogo que tem dentro de si, explodir!!!! Nascer de novo.”



quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Criação da Terra Antiga (Prefácio - parte 1; livro 1)

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

Primeiro havia o Vazio, a escuridão profunda que se
propagava pelo infinito. O tempo mantinhase imóvel,
pois tudo permanecia igual, nenhuma luz, som ou odor invadia
aqueles limites, apenas o Nada tinha lugar, até o princípio do
Tudo começar.
Certa vez, na monotonia do Vazio, algo inesperado e
estranho aconteceu, um ruído, embora fraco, propagouse pelo
manto preto daquele domínio e o Nada deixou de ter sentido.
Uma mudança tinha sido feita e a evolução não podia ser travada.
Onda após onda, o som mantevese num ritmo constante e a roda
do tempo começou a girar a partir daquele momento, tomando
como referência apenas aquilo que conhecia.
Um milhar de batidas depois, uma forma nasceu. Assustado
e inexperiente, procurou refúgio, mas era escusado, pois só ele
existia. Desesperado, queria encontrar segurança e, seguindo o
seu instinto, deixou a energia fluir através do seu corpo e deuse
uma explosão. Embora amedrontado, sentiuse, ao mesmo
tempo, maravilhado. A beleza do que tinha criado não podia ser
negada. Cores que até então não existiam rodearamno e a luz
empurrou o negro para longe. Naquele momento, o calor que
o invadia fêlo sentirse protegido, foi assim que contemplou o
nascer da primeira estrela.
O tempo continuou num número de batidas tão imenso
que durou metade da vida da sua criação. Até então, o primeiro
ser nunca ousou sair de onde se sentia seguro, o receio do que
estava para além da luz, impediao de vaguear pelo infinito. Foi
assim durante a outra metade do tempo que restava à estrela.
A luz foise, o frio voltou e a sua protecção foi consumida pela
escuridão.
A dor pela perda da sua única companhia foi avassaladora,
mas não maior do que a raiva que se gerou dentro dele, servindo
como condutora para uma segunda explosão de energia. Ao
princípio, não pareceu acontecer nada, para além de um forte

terça-feira, 12 de novembro de 2013

sábado, 9 de novembro de 2013

Masters of the Universe

Adoro este tipo de filmes, onde existe um choque entre a realidade e a fantasia.


Quando se fala em fantasia, Masters of the universe não é propriamente o filme que vem á cabeça. Talvez nem fosse no tempo em que se estreou, mas para mim quando criança que tinha como ponto alto do dia ver a animação He-Man the masters of the universe, este filme era sinonimo felicidade.
 Sim, para ver Masters agora, é preciso dar um desconto aos seus efeitos especiais, no entanto atuações como a de Meg Foster como Evil Lyn e especialmente a de Frank Langella como Skeletor (para mim um dos melhores vilões de sempre) são admiráveis sob qualquer padrão.

Enredo: A luta distante no universo do bem contra o mal, é trazida à Terra numa aventura repleta de ação e algum humor.



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Expectativas

(...)Criar expectativas é uma forma de sonhar. E quem pode dizer que sonhar é mau?(...)


Criar expectativas leva inevitavelmente a desilusões. Na verdade, ás vezes parece que só levam a isso. De mão dada com a desilusão andam o sofrimento e a tristeza.
Criar expectativas deixa-nos vulneráveis a fatores externos que nos fogem do controle. Tornamo-nos dependentes de pessoas e acontecimentos pr nos sentir realizados ou mesmo felizes. Caímos numa ratoeira. Quando é que os outros nos desiludem? Quando sentimos que naquela situação e no seu lugar agiríamos de maneira diferente connosco. Não admira que pensemos assim, vai de encontro com a nossa vontade.
Onde raio está o bom de criar expectativas?!
Talvez exista uma pequena janela. Criar expectativas é uma forma de sonhar. E quem pode dizer que sonhar é mau? Ser invadidos por aquela sensação boa de quando acreditamos é possível. Devemos parar de tentar sempre que existir risco? Saboreia-se melhor o sucesso quanto maior a adversidade. Mas isso já é tal vez fugir do tema, “Sonhar sim, criar expectativas… nem sempre”.
É preciso ter a maturidade suficiente para saber o que esperar de quem ou do quê, e um domínio de si mesmo para não deixar que nenhum mal nos afete de fora para dentro.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Sin city

Um mundo onde nos perdemos e não queremos ser mais encontrados.

Sin city é sem dúvida um dos meus filmes preferidos. O seu visual único é o mais parecido com um comics que já vi passar pelo grande ecrã.


Sin city vem da banda desenhada. Criado pelo lendário Frank Miller, autor da aclamada obra da nova arte, “o cavaleiro das trevas ressurge” que é só talvez a melhor das histórias do homem morcego, como também uma das melhores da banda desenhada em geral. Miller criou também a BD “300” que originou o muito conhecido filme.
Nesta fita existe não um, não dois, mas três realizadores. Quentin Tarantino que admiro muito, Robert Rodriguez que ganhou minha atenção com este filme e o próprio Frank Miller.
Enredo: Aqui somos transportados para o mundo sujo do crime, onde heróis têm virtudes questionáveis e seguem um código de vingança que sobrepõe a justiça. Os vilões para subjugar isso, são completamente desprezíveis. O filme parte-se em três histórias, cada uma melhor que a outra.
O resultado é um mundo onde nos perdemos e não queremos ser mais encontrados.

domingo, 3 de novembro de 2013

Ainda quero brinquedos

O que faz um homem adulto ainda querer brinquedos?


Brincar! Não é óbvio?
Mas não da maneira como se pensa. Ativa-nos a imaginação. É a lembrança de quem uma vez fomos e de quem não queremos deixar de ser. São âncoras no tempo, expomo-los para que nos roube do presente (nem que seja por segundos) e nos largue num momento no tempo onde um dia fomos felizes.