segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

The Amazing Spider Man 2

Medo de alturas? É bom o perderem depressa porque não tarda vamos balançar entre os mais altos arranha-céus de Nova Iorque.
O magnífico homem aranha está de volta e ao que parece existem vilões a cada virar de esquina, três em princípio, Rhino, Electro e Green Goblin. Sozinhos são suficientes para medir forças com qualquer super-herói, mas os três juntos, ui… o nosso vizinho amigável vai ter de ser bastante inventivo para triunfar.
Deve ser universal o desejo secreto de se querer ser um super-herói. Com estes portais para a fantasia podemos o ser por momentos.


sábado, 7 de dezembro de 2013

Moria

Um dos reinos da Terra Média. Conhecida também por Khazad Dûm (caverna dos anões).
Um labirinto de túneis e câmaras. Um prodígio arquitetónico conseguido pelos anões que cavaram o seu palácio por debaixo das montanhas nebulosas.
Este foi um reino fundado por Durin. Seus habitantes foram os antepassados do reino de Erebor, montanha que abrigou o Dragão Smaug por um tempo.
Khazad Dûm expandiu-se tanto, que acabaram desenterrando o produto da sua própria destruição, um antigo demónio, um Balrog.
Em ruina Moria tornou-se num ninho infestado por goblins e um tumulo para anões.
Foram precisos séculos para Moria voltar a resplandecer alguma da sua antiga glória e ver anões recuperarem algumas das suas riquezas. 



quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

300: Rise of an Empire

A Guerra continua...
Terá o sacrifico dos 300 Espartanos sido em vão? Que espírito terão passado ao resto da Grécia para a guerra que se avizinha? Futilidade perante um colosso ou força contra uma avassaladora adversidade?
Apesar dos muitos mortos no estreito das Termópilas (nos portões quentes) o exército Persa ainda marcha com números a perder de vista.
Xerxes acredita ser um Deus, cabe aos gregos mostrar agora que os verdadeiros Deuses estão no Olimpo. 
É hora de Atenas mostrar que é a outra super-potencia do mundo grego. Aquilo que Esparta é em terra, Atenas é na água, marinheiros natos com seus barcos triremos.
O que vai ser? Morrer nos nossos pés, ou viver de joelhos?


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

No Natal existem milagres

O bom do Natal é que invés de andarmos atrás da fantasia, ela vem até nós.
Aprendemos quando crescemos que o Natal não são só prendas, que é mais do que família, é esperança para um melhor agora e um melhor futuro. O natal é um estado de espírito diferente, é um compromisso universal para a alegria. Quase me atrevo a dizer que o Natal é… mágico.
Escolhi o vídeo abaixo, porque retrata um dos momentos mais simbólicos de paz e de humanidade no meio do que foi um dos períodos mais violentos da nossa história.
Na 1ª guerra mundial, durante o Natal, soldados britânicos, franceses e alemãs largaram suas armas numa trégua não oficial. Muitos até se aventuram a sair das trincheiras e ir para a terra de ninguém onde cumprimentaram seus inimigos e até trocaram presentes.
Esta será sem dúvida a prova de que no Natal existem milagres. Não deve ser reduzido a ser só mais uma festa, nem muito menos a ser só mais uma altura do ano. 

Feliz Natal a todos!


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O Gigante e a "Menina"

Licença Creative Commons
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Igor era um gigante afável. Passou grande parte da sua existência no vale, mas ainda carregava consigo as correntes de uma vida que não queria lembrar.
Aventurava-se agora no extremo do reino, empurrado por um problema que não encontrava solução. Diziam existir lá um sábio, mas para além dos sons dos lúgubres pássaros que o mantinham alerta, não encontrou ninguém, bem… não encontrou quem imaginava.
Guiado por um cantar gracioso, surgiu-lhe uma menina muito curiosa e de olhos grandes. Aproximou-se cuidadosa da descomunal criatura e cumprimentou-lhe com um sorriso contagiante. Igor por seu lado com seus doces traços, rendia qualquer um até perder o receio perante seu considerável tamanho.
- Eu sinto-me só. – Começou a miúda a falar. – Sou pequena, passo facilmente despercebida e minha voz raramente se consegue fazer sobrepor ao mar de outras vozes.  
O gigante apesar de habituado ao carinho das pessoas do vale, foi surpreendido com aquele à-vontade invulgar. Seu desconforto pela floresta desapareceu. Igor de natureza simples, levou algum tempo até perceber que partilhavam o mesmo problema que o levava ali, solidão.
Explicou aos ouvidos que se tinham disposto a escutá-lo, a razão para estar ali. Queria encontrar uma resposta para a sua solidão, mais que isso, queria encontrar maneira de a curar.
A pequena ouviu-o atentamente de cara singela e acabou retorquindo:
- É fácil para um gigante se sentir só. Todas as outras vozes se tornam distantes e baixinhas, quase incompreensíveis. Pensamento nas nuvens e olhar sempre no horizonte. Consegue percorrer grandes distâncias, mas abranda o passo só para se fazer acompanhar. – Anuiu.
Antes de perceber como, a menina sorridente toca-o no ombro e sussurra-lhe:
- Da próxima vez que te sentires só, não penses em ti como este verme – apontou para um tronco caído – O seu mundo é populoso e pode ser acidentalmente pisado. – Sorriu.
Igor esforça-se para enxergar os insetos que lhe eram apontados, mas volta sua atenção ao seu redor, para perceber se ela tinha crescido ou ele encolhido, só que uma névoa cercava-os. 
- Prefiro então ser igual a todos só para não me sentir só. – Vozeirou o gigante.
- E porque quererias tal disparate? Como é que alguém repararia em ti se fosses igual a toda a gente? – Afagou-lhe a face. – Coragem para ti é medida de maneira diferente, porque o que para todos é um passo de gigante, para ti é só andar. És o primeiro a visitar-me em mais de cinco décadas. - Sorriu.
A expressão na cara de Igor mudou como se não totalmente convencido e quando veio a si, a menina tinha desaparecido com a névoa e viu-se cercado pelas mesmas aves que o mortificaram no inicio.
- Sê tu mesmo. Mais do que grande, és grandioso. – Ecoou uma voz grave pela floresta.