É só isso, obrigado.
A realidade restringe-nos a uma vida de obrigações, tarefas diárias de uma rotina incessante. A imaginação liberta-me, são pensamentos mudos. Dentro da minha cabeça eu vivo uma vida muito mais interessante. Tomo facilmente o papel de herói, meço forças com dragões, oiço o canto das sereias, percorro grandes distâncias, pego no meu sabre de luz e vejo outros mundos... sou jovem para sempre.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Hulkbuster e a pergunta pertinente
É só isso, obrigado.
domingo, 2 de agosto de 2015
Geek: Quais três filmes estou mais entusiasmado por ver?
Porque é, então, tão bom ser geek neste momento? Já o tem
vindo a ser, desde ao algum tempo, pela responsabilidade do universo
cinematográfico da Marvel, mas agora, nós vamos ter a DC Comics à mistura e
Star Wars estará de volta ainda este ano. Existem três filmes que, depois de os
ver, se eu morresse, morreria feliz:
2) Batman V Superman Dawn of Justice
3)
Suicide
Squad.
À medida que ficamos maduros tornam-mos mais críticos para
com o cinema, é difícil ver a magia - ou os filmes simplesmente já não são o
que eram. Deixem-me dizer-vos: eu já não ficava assim tão entusiasmado por estreias
à bastante tempo, e logo por três, cada um com a sua razão especial.

Star Wars é a minha franquia preferida, eu via os filmes (a
trilogia original) de seis em seis meses, eu tenho uma página de administro no
facebook chamada Fans of Star Wars. Mais que geek, eu sou um fanboy de Star
Wars. Com o elenco antigo, este vai mesmo tocar na nostalgia.
Batman V Superman, dois colossos dos comics no mesmo filme.
Nunca, nem mesmo depois do que conseguiram nos Avengers da Marvel, eu
pensava
que fosse possível fazer um filme sobre os dois; é incrível. Eu sou um grande
fã de Batman e estou ansioso por este filme.
Suicide Squad, duas razões: novo Joker, e finalmente, Harley
Quinn. Ainda fico arrepiado de ver o trailer, que, com tão pouco tempo de
filmagem, conseguiram fazer.
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domingo, 12 de julho de 2015
Jurassic World: o que representa perante Jurassic Park? - Sentido Critico
Jurassic World oferece entretenimento, se bom
entretenimento: é ao gosto de cada um.
O filme é uma clara representação do que a indústria
cinematográfica se tornou, descrentes no produto que têm, adicionam volume para
tornar tudo mais vistoso. Para quê fazer uso de um bom enredo quando se pode
fazer uso de efeitos especiais gerados a computador? A indústria
cinematográfica põe de parte a base fundamental de todo bom filme: um bom
enredo, personagens que criam empatia, momentos memoráveis.
Jurassic Park (o original) tornou-se uma lenda com o uso do
suspense e fascínio. O Jurassic World é, na sua maior parte, compactado de ação
com grande desconsideração por qualquer outro elemento.
No filme, os responsáveis pelo parque, descrentes na
admiração das pessoas por dinossauros (que nunca é explorada), criam uma
espécie nova; um monstro. E é aí que o filme toma contornos completamente
diferentes dos seus predecessores.
Pequenos Spoilers:
Buracos no enredo: a inteligência do novo “dinossauro” só
porque servia melhor a fluidez do filme. As crianças terem experiência mecânica
quando mais convinha. Um diálogo sobre um possível divorcio, só para encher
tempo e que em nada serviu para a historia principal. O problema de Jurassic
World não é ausência de enredo, é um enredo convoluto, diz muito quando não
precisa e nada diz quando devia.
Curiosidades: Uma mulher a correr em saltos altos durante o
filme todo (pois). Uma equipa atrás de um predador de 12m com varinhas de
choque e uma rede para o abocanhar (totalmente credível). Um dinossauro sabe o
que é um implante de localização.
PS: Um final tipo Godzila (let them fight)
NOTA: 5/10
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Justiça Cega; um livro bem estruturado, que deve ter exigido muito planeamento.
Justiça Cega é um livro sobre o rapto de uma criança de treze anos e da sua investigação.
conhecendo, à partida, alguns textos do Hugo Pena, estava preparado para, nesta crítica, me debruçar sobre a importância do terceiro acto, de como toda a obra iria depender dele, mas encontrei um livro bem estruturado do princípio ao fim; existem sim, alguns momentos no meio que nos perguntamos o que fazem ali, mas que depois, com maior ou menor alcance, fazem sentido.
conhecendo, à partida, alguns textos do Hugo Pena, estava preparado para, nesta crítica, me debruçar sobre a importância do terceiro acto, de como toda a obra iria depender dele, mas encontrei um livro bem estruturado do princípio ao fim; existem sim, alguns momentos no meio que nos perguntamos o que fazem ali, mas que depois, com maior ou menor alcance, fazem sentido.
O Autor garantiu, no livro, uma grande tensão, ao saltar entre personagens
e locais mantém-se o leitor sempre ávido pelo que vem a seguir. Ao Hugo, tenho de
agradecer o facto de podermos estar presentes durante a violência e crimes mais
vis, com o conforto da cortina fina que nos separa da ficção.
Agora para fazer o meu amigo suar um pouco: Se uma crítica
houvesse a apontar, então escolho a do agente Neves quando descortina a verdade
sobre uma certa personagem feminina. O que é uma coincidência óbvia para o
leitor, devia ser uma coincidência rebuscada para o agente Neves que (contudo)
parece partilhar do mesmo ponto de vista privilegiado do leitor. Chega a uma conclusão
demasiado fácil com dados demasiado leves.
Aos capítulos, pequenos e de fácil leitura, senti falta de
um título que me permitisse vislumbrar o que vinha a seguir, um gosto pessoal, nada mais.
Ao assédio nas redes sociais, perguntava às meninas porque não
bloquearam o individuo, não o removeriam da sua vida, mas conseguiam alguma paz
online. Fica o alerta, removam pessoas nefastas do vosso círculo de amigos
online e, se preciso, bloqueiem-nas.
Aos Agentes Martins e Neves pedia para apurarem, com maior
afinco, se o suspeito tinha alguma propriedade, semelhante à usada para o crime
hediondo, no seu nome ou de algum familiar, escrito de arrendamento,
etc.
Em conclusão: Justiça Cega é um livro bem conseguido, do
qual, tenho orgulho de possuir um exemplar com dedicatória. Com esta mesma criatividade
e as novas técnicas de escrita, que sei que o Hugo adquiriu, tenho a certeza que
o próximo livro será ainda melhor.
Booktrailer
terça-feira, 21 de abril de 2015
Semana Geek - Trailers
Uma semana de loucos que fez arrepiar a comunidade geek por todo o mundo. Estou a falar, claro, dos trailers que foi-nos atirado estes dias.
Star Wars The Force Awakens jogou com a nostalgia - e resultou
perfeitamente -, demarcou-se nesta semana frenética. É ainda uma marca que joga
num nível completamente diferente das outras, faz a junção perfeita de
fantasia com ficção científica. O Teaser trailer #2 foi estupendo, repleto de ação,
diálogo bem conseguido (por uma voz familiar) e um acenar aos fãs, no final,
com a fala de Han Solo: “Chewie Were home.” O trailer foi tudo o que desejei – e
mais.
Outros lançamentos – bónus – dignos de serem mencionados aos
fãs de ficção científica, super-heróis e
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