quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Terra Antiga; Outros caminhos

Um pequeno ponto no Cosmos, um vasto mundo para os seus muito diversificados habitantes.














Venho informar que as publicações sobre este mundo criado de raiz estão momentaneamente suspensas por existirem conversações com outros meios de divulgação onde se prendem direitos de autor.
No entanto caso se concretize esta possibilidade é uma boa noticia para todos porque o caminho para este mundo se ramificará.
Não serão no entanto abandonadas de vez as menções à Terra Antiga aqui no blog, personagens, locais, raças e muito mais, terão espaço aqui. 

domingo, 12 de janeiro de 2014

I frankenstein


O homem a brincar de Deus. O monstro com alma de homem.
Já todos ouvimos a historia. Mas e se houvesse mais para contar?
O destino do nosso mundo prendesse por um fio, seria um absurdo não usar tudo ao nosso dispor para o salvaguardar. Mesmo um... monstro. Um herói improvável. 
Os demónios fazem do mundo terreno o seu campo de batalha? Então nós usamos fogo contra fogo. 


sábado, 11 de janeiro de 2014

Folkvang o palácio de Freya (Parte 2/2)

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
O guerreiro da esquerda chamava-se Olafh. Começou e foi muito introspetivo. Não mencionou qualquer parentesco ou fidelidade para ninguém. Realçou a sua coragem por ter participado nos saques durante dez anos e saído triunfante. Congratulou-se com grandes feitos enquanto outros perante semelhantes desafios não haviam conseguido. Apregoava liberdade e domínio de si mesmo. Resumindo… era o melhor e o melhor pelo exemplo.
- Estás a convencer-me dessa coragem ou a ti? Interpôs Freya – Eu ainda vejo fragilidade por detrás dessa armadura espessa. Quem pode dizer que não tremias face ao que outros tiveram de enfrentar?
A armadura de repente ficou demasiado pesada para Olafh suportar. Tornou-se claro que Freya já sabia tudo sobre nós, tanto que nos escolheu aos três para uma decisão final que julgo pesaria sob a nossa apresentação.
Chegou a vez de Erick Barbas longas. Sua abordagem foi bem diferente. Depois de uma breve introdução de si mesmo, virou a sua atenção aos outros candidatos para assim fazer sobressair a sua coragem. Disse termos morto muito menos homens que ele e deplorou a nossa maneira de lutar. Era um verdadeiro nórdico (palavras suas), disse-o tão afincadamente e explicou o porquê, encontrando defeitos baseados apenas

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Folkvang o palácio de Freya (Parte 1/2)

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.


Estávamos os três ali para ser julgados. A gruta era ampla e as escadas em frente talhadas na pedra fria. Trinta e dois degraus ao todo, tive tempo de os contar. No teto a rocha pareceu ganhar a forma de dentes e o seu gotejar de água gelada, um salivar para nos consumir, ou assim pensei. A mente vagueia na demora da espera.
No chão molhado a água encontrava o seu caminho até à saída, onde a queda depois seria mais de mil pés por encosta ingreme. Quanto demorámos para ali chegar, só posso adivinhar, mas o como eu já o vim a aceitar, por muito inacreditável que fosse.
Meu corpo parecia são e saudável, minha ferida mortal havia desaparecido. Nem vi quem segurava a lança que me trespassou por entre tanto caos e aglomerado de braços.
Olhei para trás e ainda as via lá fora, as valkirias que nos trouxeram até aqui. Sua beleza contrastava com um semblante de morte quando a luz lhes tocava de um certo jeito.

Mortos, todos nós à espera do mesmo destino. Do meu lado esquerdo um guerreiro de armadura espessa, com uma espada longa embainhada e segurando um escudo estranho nas minhas terras, retangular e longo invés de circular. Expoles do ocidente com certeza. Seu elmo escondia-lhe o rosto, não sabia dizer se tinha lutado do nosso lado ou não.
Já no meu flanco direito, um homem possante com o dobro da minha idade, coberto por peles. A racha no chão do seu machado posado, chamou-me a atenção. Sua barba espeça escondia-lhe seus traços. Seria preciso muita força para o conseguir brandir como deve ser. Seu nome era Erick barbas longas, chefe em Trondheim, eu conhecia-o.
O que aconteceu a seguir fez sombra a tudo até ali testemunhado. A sua graça ao descer as escadas derrotou qualquer defesa ainda desafiadora dos ali presentes. Seus cabelos longos loiros refletiam o pouco de luz que penetrava aqueles domínios e sua pele esbranquiçada denotava falta de encontro com o Sol. Estavam a admirar a mulher mais linda que alguma vez viram.
 Contemplou os presentes com um sorriso que só podia ser caracterizado como perfeito para quem de

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Enciclopedia da Fantasia por Judy Allen

Para todos aqueles que gostam de fantasia, este é um livro que simplesmente tem de se ter.
Quando começamos a folheá-lo ficamos com a sensação que tivemos o privilégio de encontrar algo que veio mesmo de outro mundo. As suas ilustrações impecáveis, a forma apaixonada como o livro é apresentado e a quantidade surpreendente de informação, culminam nisso.
Logo ao principio somos fisgados com o prefácio escrito por Jonathan Stroud: “A fantasia assustou-me em várias ocasiões, mas acima de tudo foi para mim um escape.”
A fantasia existe e expressa-se por nós.